* Beatriz está com infecção urinária (de novo!). Aparentemente está bem, já está engordando de novo. Estamos esperando o resultado da cultura para ver o que a médica vai decidir. Ontem saindo de casa atrasadas para o colégio, na hora que a peguei no colo para encaixá-la no sling, ela bateu com a cabeça na parede. Nem preciso dizer que quase morri do coração mais uma vez... Odeio ser desastrada, principalmente com ela. :( Não machucou, nem nada, mas me senti muito, muito, muito culpada...
Ela está com uma mania de falar "bunda" que ninguém merece:
Outro dia num churrasco aqui em casa, eu estava na frente dela, e ela querendo passar. Aí ela:
- Dá lixenxa, sua bunda fofa!
Ontem querendo ver desenho e o pai dela pegando alguma coisa na frente da televisão. Ela pra ele:
- Dá lixenxa, bunda gorda!
Te amo Filha Maravilhosa e Bundudinha. ;D
terça-feira, 8 de junho de 2010
quarta-feira, 2 de junho de 2010
FOOOORAAAAAAAAAA BRUUUUUUUXAAAAASSSS!!!
Então, ainda bem que chegamos em Junho! Tirando o aniversário da Linda Bia da Pri-Pri e O niver do Kaluzito-to, o mês de maio foi bem difícil... Foi a 1ª prova, o cancelamento, meu estresse, ter abandonado a academia, 2ª prova, Beatriz no hospital uma vez, Beatriz no hospital 2 vezes, Beatriz no hospital 3 vezes... UFA! Chega Bruxitas, FORA! FORA! FORA!
Confesso que não gosto de falar de coisas chatas e tristes aqui, de doenças muito menos, mas há coisas que precisam ser registradas, porque no final, volto para o tema inicial que é o AMOR INFINITO que sinto pela minha pequena e a eterna gratidão a Deus por ter uma Família abençoada.
No dia da minha 2ª prova, teve o "incidente" da super febre que levou minha pequena para o hospital. Como se não bastasse, no meio da semana passada, fomos parar no hospital de novo, Beatriz se queixando de muita dor na barriga. Vê-la chorando e se contorcendo foi o Pior. O médico só pediu que observássemos, porque aparentemente não era nada grave. Era "só" dor, sem diarreia, sem febre, etc. No dia seguinte, estava melhor.
No domingo, Beatriz andou comendo umas besteiras (e eu que sou super preocupada com a alimentação dela dei esse mole. =/) e a noite começou a vomitar. Eu poderia descrever tudo nos mínimos detalhes, mas acho que nem assim, conseguiria demonstrar com palavras como foi HORRÍVEL! Ela vomitou, vomitou, vomitou, e nem água parava na barriguinha dela. E ela dizia que estava com sede, bebia um pouquinho d'água e vomitava. Meia-noite, fomos parar no Hospital, de novo! Vê-la do jeito que ela estava me deixou fraca... O médico disse que ela teria que tomar uma injeção de "Plasil" e não poderia comer nada, nem beber nada (água inclusa) por 1 hora. Quando ele disse "injeção", meus olhos encheram d'água... Ela já estava tão "sofridinha" e ainda teria que ser furada... Quando a enfermeira enfiou a agulha ela se mexeu um pouquinho, mas não chorou, não fez um sonzinho que fosse, eu disse pra ela:
- Pode chorar filha.
Ela só deu um miadinho... Não chorou. Não reclamou, nada! Só miou a minha gatinha. Eu que já estava mal também, comecei a chorar. O pai estava lá fora, quando cheguei perto dele, desabei. Chorei, chorei, chorei de soluçar! De repente, fiquei muito tonta, fui dar um passo e quase caí com ela no colo. Ele pegou a Beatriz e me colocou sentada. Senti meu peito apertado e minha cabeça rodando. Fiquei um tempo sentada, chorando, pensando na minha bebezinha tão dodóizinha nesses últimos dias... Pensei em Deus, pensei "dos males o menor", consegui me acalmar e viemos pra casa. Ela pediu água e foi muito triste não poder dar. A "sorte" é que ela estava tão cansadinha, que dormiu. às 3:30h mais ou menos, ela acordou:
- Agola eu quelo minha água!
Demos a água, ela bebeu muito! Tadinha... Deitou, 1 minuto depois, vomitou. Difícil... Ela dormiu de novo e assim que acordou, fomos para clínica, ela e eu. A médica a examinou, minha bichinha perdeu quase um quilo e meio... Parecia que tinha sido mesmo uma infecção intestinal. A notícia boa foi que o catarro tinha ido embora do pulmãozinho. Graças a Deus! Saímos de lá com pedido de exame de urina, fezes e sangue (o primeiro em 2 anos e 10 meses). Fiquei tensa!
Ontem de manhã consegui colher o pipi dela, e ela ficou toda boba porque fez pipi no potinho. :) Quando chegamos no laboratório, disse pra ela que a tia ia colocar o sanguinho dela no potinho também, mas que o sanguinho só podia ser tirado com uma injeçãozinha no braço e que se doesse ela podia chorar. Ela ficou sentadinha no meu colo, a enfermeira procurou, procurou, procurou a veia dela e nada. Eu só pensava, "que só furem meu bebê uma vez" (minha mãe disse que meu pai "dava chiliques" e queria bater nas enfermeiras quando tínhamos que tirar sangue e elas ficavam furando a gente até achar a veia). A enfermeira do laboratório era bem carinhosa. Fazia carinho no bracinho da Beatriz, mexia a mãozinha, até que um pontinho pequenininho de veia apareceu, e ela enfiou a agulha. Mais uma vez eu disse para Beatriz que ela podia chorar e dessa vez, ela deu chorinho, pequenininho... :´( Estou quase me convencendo de que minha filha é muito corajosa e que só chora mesmo pra me "agradar". ;). Tentei distraí-la, falando da cor do sangue, do potinho que estava ficando cheio, e enfim acabou. Ainda ficamos um pouquinho no laboratório, porque ela não podia mexer o bracinho e depois fomos comprar umas bobeirinhas para ver se ela ficava mais felizinha, tadinha da minha "Flor-Flor".
Ontem ela já comeu melhor e brincou também. Hoje já foi até para o colégio! E parece que os dias vão melhorar. Amanhã vamos enfeitar a casa para Copa, ela já está com as unhas pintadas de "cololê": uma verde, uma amarela, uma azul e uma branca, uma verde, uma amarela... "A do pé também, mamãe!". E assim começamos junho, com muito verde, muita esperança, muita saúde, sonhando e desejando dias beeeem melhores que esses que passaram. E sei que teremos, Deus é fiel. E graças a Ele: "dos males o menor".
Engraçado que com o passar dos anos, aprendi a diferenciar amor de paixão. Para mim, amor é leve, é doce, é tudo que há de melhor, eu achava que amor não fazia a gente sofrer (paixão eu sei que faz). O amor que o pai da Beatriz e eu sentimos um pelo outro é algo pleno. Mas nesse final de semana, percebi que as vezes o amor dói. Quando eu vi a Beatriz do jeito que ela estava, o meu coração doía, uma dor absurda, uma dor que acho que nunca senti. Não poder sentir a dor física por ela me fazia sentir a maior dor do mundo: a dor da impotência, de me sentir tão pequena... Porém percebi que ela confia em mim de verdade! Que se entrega, que "aceita"as adversidades se eu estiver por perto, que ela pode se sentir segura com a mamãe. E perceber que eu sou tão "grande" para ela, que enquanto eu puder estar e fazer por ela, não haverá dor física que "machuque" a minha filha, que meu colinho não fará diminuir, fez com que tudo parecesse pequeno diante do amor que sentimos uma pela outra. E a dor na alma que sinto quando ela sente dor, pode vir forte, a maior de todas, porque eu vou resistir! Sempre por ela!
TE AMO FILHA! MAIS DO QUE NUNCA! SEMPRE MAIS DO QUE ANTES!
Confesso que não gosto de falar de coisas chatas e tristes aqui, de doenças muito menos, mas há coisas que precisam ser registradas, porque no final, volto para o tema inicial que é o AMOR INFINITO que sinto pela minha pequena e a eterna gratidão a Deus por ter uma Família abençoada.
No dia da minha 2ª prova, teve o "incidente" da super febre que levou minha pequena para o hospital. Como se não bastasse, no meio da semana passada, fomos parar no hospital de novo, Beatriz se queixando de muita dor na barriga. Vê-la chorando e se contorcendo foi o Pior. O médico só pediu que observássemos, porque aparentemente não era nada grave. Era "só" dor, sem diarreia, sem febre, etc. No dia seguinte, estava melhor.
No domingo, Beatriz andou comendo umas besteiras (e eu que sou super preocupada com a alimentação dela dei esse mole. =/) e a noite começou a vomitar. Eu poderia descrever tudo nos mínimos detalhes, mas acho que nem assim, conseguiria demonstrar com palavras como foi HORRÍVEL! Ela vomitou, vomitou, vomitou, e nem água parava na barriguinha dela. E ela dizia que estava com sede, bebia um pouquinho d'água e vomitava. Meia-noite, fomos parar no Hospital, de novo! Vê-la do jeito que ela estava me deixou fraca... O médico disse que ela teria que tomar uma injeção de "Plasil" e não poderia comer nada, nem beber nada (água inclusa) por 1 hora. Quando ele disse "injeção", meus olhos encheram d'água... Ela já estava tão "sofridinha" e ainda teria que ser furada... Quando a enfermeira enfiou a agulha ela se mexeu um pouquinho, mas não chorou, não fez um sonzinho que fosse, eu disse pra ela:
- Pode chorar filha.
Ela só deu um miadinho... Não chorou. Não reclamou, nada! Só miou a minha gatinha. Eu que já estava mal também, comecei a chorar. O pai estava lá fora, quando cheguei perto dele, desabei. Chorei, chorei, chorei de soluçar! De repente, fiquei muito tonta, fui dar um passo e quase caí com ela no colo. Ele pegou a Beatriz e me colocou sentada. Senti meu peito apertado e minha cabeça rodando. Fiquei um tempo sentada, chorando, pensando na minha bebezinha tão dodóizinha nesses últimos dias... Pensei em Deus, pensei "dos males o menor", consegui me acalmar e viemos pra casa. Ela pediu água e foi muito triste não poder dar. A "sorte" é que ela estava tão cansadinha, que dormiu. às 3:30h mais ou menos, ela acordou:
- Agola eu quelo minha água!
Demos a água, ela bebeu muito! Tadinha... Deitou, 1 minuto depois, vomitou. Difícil... Ela dormiu de novo e assim que acordou, fomos para clínica, ela e eu. A médica a examinou, minha bichinha perdeu quase um quilo e meio... Parecia que tinha sido mesmo uma infecção intestinal. A notícia boa foi que o catarro tinha ido embora do pulmãozinho. Graças a Deus! Saímos de lá com pedido de exame de urina, fezes e sangue (o primeiro em 2 anos e 10 meses). Fiquei tensa!
Ontem de manhã consegui colher o pipi dela, e ela ficou toda boba porque fez pipi no potinho. :) Quando chegamos no laboratório, disse pra ela que a tia ia colocar o sanguinho dela no potinho também, mas que o sanguinho só podia ser tirado com uma injeçãozinha no braço e que se doesse ela podia chorar. Ela ficou sentadinha no meu colo, a enfermeira procurou, procurou, procurou a veia dela e nada. Eu só pensava, "que só furem meu bebê uma vez" (minha mãe disse que meu pai "dava chiliques" e queria bater nas enfermeiras quando tínhamos que tirar sangue e elas ficavam furando a gente até achar a veia). A enfermeira do laboratório era bem carinhosa. Fazia carinho no bracinho da Beatriz, mexia a mãozinha, até que um pontinho pequenininho de veia apareceu, e ela enfiou a agulha. Mais uma vez eu disse para Beatriz que ela podia chorar e dessa vez, ela deu chorinho, pequenininho... :´( Estou quase me convencendo de que minha filha é muito corajosa e que só chora mesmo pra me "agradar". ;). Tentei distraí-la, falando da cor do sangue, do potinho que estava ficando cheio, e enfim acabou. Ainda ficamos um pouquinho no laboratório, porque ela não podia mexer o bracinho e depois fomos comprar umas bobeirinhas para ver se ela ficava mais felizinha, tadinha da minha "Flor-Flor".
Ontem ela já comeu melhor e brincou também. Hoje já foi até para o colégio! E parece que os dias vão melhorar. Amanhã vamos enfeitar a casa para Copa, ela já está com as unhas pintadas de "cololê": uma verde, uma amarela, uma azul e uma branca, uma verde, uma amarela... "A do pé também, mamãe!". E assim começamos junho, com muito verde, muita esperança, muita saúde, sonhando e desejando dias beeeem melhores que esses que passaram. E sei que teremos, Deus é fiel. E graças a Ele: "dos males o menor".
Engraçado que com o passar dos anos, aprendi a diferenciar amor de paixão. Para mim, amor é leve, é doce, é tudo que há de melhor, eu achava que amor não fazia a gente sofrer (paixão eu sei que faz). O amor que o pai da Beatriz e eu sentimos um pelo outro é algo pleno. Mas nesse final de semana, percebi que as vezes o amor dói. Quando eu vi a Beatriz do jeito que ela estava, o meu coração doía, uma dor absurda, uma dor que acho que nunca senti. Não poder sentir a dor física por ela me fazia sentir a maior dor do mundo: a dor da impotência, de me sentir tão pequena... Porém percebi que ela confia em mim de verdade! Que se entrega, que "aceita"as adversidades se eu estiver por perto, que ela pode se sentir segura com a mamãe. E perceber que eu sou tão "grande" para ela, que enquanto eu puder estar e fazer por ela, não haverá dor física que "machuque" a minha filha, que meu colinho não fará diminuir, fez com que tudo parecesse pequeno diante do amor que sentimos uma pela outra. E a dor na alma que sinto quando ela sente dor, pode vir forte, a maior de todas, porque eu vou resistir! Sempre por ela!
TE AMO FILHA! MAIS DO QUE NUNCA! SEMPRE MAIS DO QUE ANTES!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
*O Dia em que Eu "Quase" Precisei de um "Desfribilador"
* Só para esclarecer, antes de tudo, que de vez em quando gosto de metáforas. ;P
Minha pequena já anda meio gripada há um tempo. E eu já andava "estressada" há algum tempo. A tensão da prova da Caixa (e a abstinência da musculação, porque TINHA que estudar)me deixou meio esquisita.
Fiz a primeira prova dia 09/5, e tive 34 acertos de 60 (:(). A prova foi "anulada" e no domingo, dia 23/5, tive outra prova. Essas duas semanas foram de puro desespero! No sábado que antecedeu à prova, dia 22/05 (Niver do Kaluzito, 5 aninhos), resolvemos sair para tomar um chopp para ver se eu conseguia dar uma "relaxada". A Beatriz ficou com a vovó I. Não adiantou muito, eu não estava legal... Ao chegar em casa, mais ou menos meia-noite, mandei um torpedo para o Tio M. (ele dorme tarde) para saber se minha bebê estava dormindo bem. Ele ligou e disse que estava tudo ok, que eu poderia dormir despreocupada.
Às 3 e poucas da manhã, acordei sentindo falta da minha pequena ali no meio da gente, mas como estava também preocupada com a prova, tentei dormir de novo. No domingo acordamos cedo para eu ficar um pouquinho com ela antes de ir fazer a "bendita" prova (essa vida de concurseira acaba comigo). Chegando lá, Beatriz estava dormindo. Tinha passado mal a noite toda, com febre e vomitando catarro. Confesso que fiquei muito chateada pela vovó I. não ter me ligado. Tentei acordá-la, já que ia fazer prova em Realengo e teria que sair cedo de casa. Ela ficou carrapatinho no meu colo e amuadinha o tempo todo. Saí de casa com o coração apertado...
Fiz a prova, e até achei que tinha ido bem, porém tive 34 acertos de novo! Já coloquei no meu coração que essa tinha que ser minha nota. Peguei trem lotado, pasei pela Central deserta... essas coisas "boas", mas quando cheguei aqui e ela veio correndo para o meu colo com AQUELE SORRISÃO... TUDO passou!
De repente, todo mundo conversando, minha mãe fala:
- Conta pra mamãe aonde você foi passear.
E ela nada, olhou pra mim com uma carinha triste e não falou nada.
Minha mãe: - Conta pra mamãe.
E ela se enroscando no meu colo.
Minha mamãe: - Conta pra mamãe que você foi passear no Hospital.
Juro! Senti meu coração parar. Acho que minha expressão assustou a todos. Por alguns segundos não ouvia mais nada, só queria apertá-la muito e chorar todas as lágrimas que estavam presas. Chorar por tudo que tinha passado nessas duas semanas, e principalmente por não ter estado com ela no momento em que ela precisou, PRINCIPALMENTE por isso. Ficava imaginando minha bebê no hospital pensando "Por que minha mãe não está aqui?". Todo mundo falou que ela ficou bem, que foi bem tratada, que a médica era carinhosa... Eu não queria saber de nada! Queria grudar a Beatriz em mim e sumir! Eu já não era mais nada... Fiquei muito, muito mal. Quando fomos buscar as coisas dela na casa da avó para virmos para casa, eu vi a radiografia, uma mancha branca no pulmãozinho, e novamente eu queria muito um desfribilador... O M. disse que quase chorou no hospital, quando ela toda amuadinha e chorosa, teve que fazer o Raio X. Ele disse que ela ia tirar a foto mágica de novo, mas que tinha que dar um sorriso, e ela com o olhinhos cheios de lágrimas abriu um sorrisinho... Gente! Onde está o meu desfribilador?!?!?!?!!?
Compramos os remédios e os dias que seguem têm sido melhores. A Beatriz já está beeeeemmm. Está aceitando a nebulização e tomando os remédios, claro que sempre há um teatro e muita criatividade, alguns remédios são bem ruinzinhos (eu provo todos antes de dar pra ela), mas faz parte. Já me conformei com minha nota na prova, até porque a maioria das pessoas que estavam estudando como eu, também não tiveram os melhores resultados. A CESPE nesse concurso foi muito cruel, até os professores dizem que foram as provas mais difíceis no ramo bancário dos últimos tempos. Deus sabe que hora será a minha. Eu sempre repito isso, tenho isso no meu coração, mas sou humana, e na maioria das vezes não tenho a sabedoria de "confiar no Senhor e esperar".
Quanto ao meu coração de mãe, aos poucos se recupera, e enquanto escrevia esse post, percebi que meu desfribilador, não é feito de matéria-prima concreta, o que faz meu coração bater quando ele pensa que não consegue, é feito de matéria-prima abstrata, é aquele sorrisinho cheio de dentinhos tortos por causa da chupeta, e aquele abracinho de bracinhos tão pequenos, mas que me envolvem a alma e me fazem querer que meu coração bata eternamente. É por ela! TUDO por Ela.
Minha pequena já anda meio gripada há um tempo. E eu já andava "estressada" há algum tempo. A tensão da prova da Caixa (e a abstinência da musculação, porque TINHA que estudar)me deixou meio esquisita.
Fiz a primeira prova dia 09/5, e tive 34 acertos de 60 (:(). A prova foi "anulada" e no domingo, dia 23/5, tive outra prova. Essas duas semanas foram de puro desespero! No sábado que antecedeu à prova, dia 22/05 (Niver do Kaluzito, 5 aninhos), resolvemos sair para tomar um chopp para ver se eu conseguia dar uma "relaxada". A Beatriz ficou com a vovó I. Não adiantou muito, eu não estava legal... Ao chegar em casa, mais ou menos meia-noite, mandei um torpedo para o Tio M. (ele dorme tarde) para saber se minha bebê estava dormindo bem. Ele ligou e disse que estava tudo ok, que eu poderia dormir despreocupada.
Às 3 e poucas da manhã, acordei sentindo falta da minha pequena ali no meio da gente, mas como estava também preocupada com a prova, tentei dormir de novo. No domingo acordamos cedo para eu ficar um pouquinho com ela antes de ir fazer a "bendita" prova (essa vida de concurseira acaba comigo). Chegando lá, Beatriz estava dormindo. Tinha passado mal a noite toda, com febre e vomitando catarro. Confesso que fiquei muito chateada pela vovó I. não ter me ligado. Tentei acordá-la, já que ia fazer prova em Realengo e teria que sair cedo de casa. Ela ficou carrapatinho no meu colo e amuadinha o tempo todo. Saí de casa com o coração apertado...
Fiz a prova, e até achei que tinha ido bem, porém tive 34 acertos de novo! Já coloquei no meu coração que essa tinha que ser minha nota. Peguei trem lotado, pasei pela Central deserta... essas coisas "boas", mas quando cheguei aqui e ela veio correndo para o meu colo com AQUELE SORRISÃO... TUDO passou!
De repente, todo mundo conversando, minha mãe fala:
- Conta pra mamãe aonde você foi passear.
E ela nada, olhou pra mim com uma carinha triste e não falou nada.
Minha mãe: - Conta pra mamãe.
E ela se enroscando no meu colo.
Minha mamãe: - Conta pra mamãe que você foi passear no Hospital.
Juro! Senti meu coração parar. Acho que minha expressão assustou a todos. Por alguns segundos não ouvia mais nada, só queria apertá-la muito e chorar todas as lágrimas que estavam presas. Chorar por tudo que tinha passado nessas duas semanas, e principalmente por não ter estado com ela no momento em que ela precisou, PRINCIPALMENTE por isso. Ficava imaginando minha bebê no hospital pensando "Por que minha mãe não está aqui?". Todo mundo falou que ela ficou bem, que foi bem tratada, que a médica era carinhosa... Eu não queria saber de nada! Queria grudar a Beatriz em mim e sumir! Eu já não era mais nada... Fiquei muito, muito mal. Quando fomos buscar as coisas dela na casa da avó para virmos para casa, eu vi a radiografia, uma mancha branca no pulmãozinho, e novamente eu queria muito um desfribilador... O M. disse que quase chorou no hospital, quando ela toda amuadinha e chorosa, teve que fazer o Raio X. Ele disse que ela ia tirar a foto mágica de novo, mas que tinha que dar um sorriso, e ela com o olhinhos cheios de lágrimas abriu um sorrisinho... Gente! Onde está o meu desfribilador?!?!?!?!!?
Compramos os remédios e os dias que seguem têm sido melhores. A Beatriz já está beeeeemmm. Está aceitando a nebulização e tomando os remédios, claro que sempre há um teatro e muita criatividade, alguns remédios são bem ruinzinhos (eu provo todos antes de dar pra ela), mas faz parte. Já me conformei com minha nota na prova, até porque a maioria das pessoas que estavam estudando como eu, também não tiveram os melhores resultados. A CESPE nesse concurso foi muito cruel, até os professores dizem que foram as provas mais difíceis no ramo bancário dos últimos tempos. Deus sabe que hora será a minha. Eu sempre repito isso, tenho isso no meu coração, mas sou humana, e na maioria das vezes não tenho a sabedoria de "confiar no Senhor e esperar".
Quanto ao meu coração de mãe, aos poucos se recupera, e enquanto escrevia esse post, percebi que meu desfribilador, não é feito de matéria-prima concreta, o que faz meu coração bater quando ele pensa que não consegue, é feito de matéria-prima abstrata, é aquele sorrisinho cheio de dentinhos tortos por causa da chupeta, e aquele abracinho de bracinhos tão pequenos, mas que me envolvem a alma e me fazem querer que meu coração bata eternamente. É por ela! TUDO por Ela.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
"Maix Eu NÃO Chei u Nomi Dele Mamãe!"
Eu: - Beatriz como é o nome daquele seu amiguinho novo do colégio?
Ela: - Não chei mamãe.
Eu: - Mas amor a mamãe queria saber o nome dele, porque daqui a pouco a mamãe vai começar a fazer os convites do seu aniversário de princesa, e tem que saber o nome do amiguinho.
Ela: - Maix eu NÃO chei u nomi dele mamãe!
Eu: - Então pergunta filha.
Ela: - Tá bom! Vô perguntá hoji nu colégiu.
Ela: - EDUADO, qual é cheu nomi?
Ela: - Aí ele vai falá: "Meu nomi é Eduadu."
Ela: - Não chei mamãe.
Eu: - Mas amor a mamãe queria saber o nome dele, porque daqui a pouco a mamãe vai começar a fazer os convites do seu aniversário de princesa, e tem que saber o nome do amiguinho.
Ela: - Maix eu NÃO chei u nomi dele mamãe!
Eu: - Então pergunta filha.
Ela: - Tá bom! Vô perguntá hoji nu colégiu.
Ela: - EDUADO, qual é cheu nomi?
Ela: - Aí ele vai falá: "Meu nomi é Eduadu."
terça-feira, 11 de maio de 2010
Ser MÃE
Ser mãe é ser Bipolar (esse é o meu caso). Ontem fiz um teste da "Crescer" para "saber que tipo de mãe eu sou" e descobri, marcando metade das respostas com apenas uma letra e marcando a outra metade, com apenas outra letra, que sou "Permissiva e Super-Protetora". Só posso ser bipolar! Afinal quem permite até protege, mas quem protege não permite. Ou minha filha é uma menina de sorte por ter uma mãe equilibrada, ou coitada da minha pequena, tem uma mãe superdesequilibrada! No fundo acho que isso é culpa de ter nascido aquariana com ascendente em câncer, assisto "Sex and The City" e nunca consigo concluir se afinal sou Samantha ou Charlotte.
Há poucos dias a Beatriz pegou uma gripe e foi dormir meio febril, eu, a mãe super decidida, resolvi dar um "Tylenol" e fazer nebulização com uma gotinha de um remédio e uma gotinha do outro (a pediatra já tinha autorizado fazer isso anteriomente). De madrugada, a Beatriz acordou tremendo demais, e eu nesse momento já tinha virado a mãe deseperada. Comecei a me culpar por ter colocado as porcarias dos remédios no nebulizador, mesmo ela tremendo, nem pensei em ao menos colocar um termômetro para ver se era febre... O M. conseguiu me acalmar, dei um banhozinho morno nela, "Tylenol" e deitamos. Ela vomitou, eu fiquei super-hiper-ultra-mega deseperada, o M. só não me deu um tapa na cara (tipo aqueles de novela: "'Paf!' Fica Calma!"), nem sei por quê. Ficamos observando e ela dormiu (nós não). Lá pelas 8h levantamos e fomos com ela para uma clínica lááááááááááá em Botafogo. A minha bebê estava tão amuada... Eu brincava com ela e ela, nada. Falava com ela e ela respondia com uns resmunguinhos... Péssimo! Eu já era a mãe mais triste do mundo... :( Minha mãe e irmã (e o Tio A.), que moram perto da clínica, apareceram por lá com o Alan (um boneco da minha irmã que deve ter uns 26 anos de idade) e a Beatriz ficou mais feliz! No final, era só gripe mesmo. Almoçamos, passeamos e ela brincou muito no Shopping. E eu passei a ser a mãe mais feliz do mundo de novo. :D
Hoje ela me aprontou uma... Que se eu não fosse uma mãe muito zen... Ela já estava prontinha para ir para o colégio e disse que queria fazer cocô. Sentou no penico e eu fui buscar o papel higiênico. Quando eu voltei, a sala estava T-O-D-A C-A-G-A-D-A, não só a sala, como ela, o uniforme, o penico, sinceramente, não sei como ela conseguiu fazer tamanha sujeira em menos de 5 segundos! Tentei tirar o uniforme e ela me "ajudando super" tapando o nariz com os dedinhos, lógico, a sala estava fedida!!! E muito!!! Corri com ela para o banheiro e tive que dar um super banho, detalhe que já estávamos atrasadas para o colégio. Enquanto eu dava banho nela, perguntei:
- Mas filha, como você conseguiu a proeza de sujar a sala toda em tão pouco tempo?
E ela me respondeu dançando, como se tivesse prestado muita atenção no que eu tinha perguntado:
- "U Remeletion-tion. U Remeletion" (aquela música adorável do *Rebolation).
Enquanto eu ensaboava, ela continuava dançando como se NÃO TIVESSE FEITO COCÔ PELA SALA TODA!!! Ah filha... É só porque eu te amo... É só porque EU TE AMO, que consegui, mesmo com pouquíssima paciência, achar graça da sua atitude despreocupada (é "a pureza da resposta das crianças").
Saímos de casa correndo para o colégio, quando chegou na escola a primeira coisa que ela fez foi contar para professora que tinha feito um cocozão... =/ Muito interessante... Ah sim! Voltei para casa correndo para limpar a sujeira, o cheiro estava "melhor do que antes".
* Quanto ao "Remeletion-tion", eu morria de vergonha quando ela começava a cantarolar e a dançar essa "música", mas ontem li uma entrevista com a Glória Maria e ela disse que apesar de passar alguns dias assistindo dvds de ballett com as filhas, elas também dançavam o "Rebolation". Então porque minha filha, a filha de uma "mera mortal" como eu, não pode dançar o "Rebolation-tion" também? ;)
** E quanto à minha bipolaridade, eu só tenho certeza da "unipolaridade" de um sentimento: O Amor Completa e Absolutamente Apaixonado que sinto por essa "garotinha cagona".
FILHA, TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Há poucos dias a Beatriz pegou uma gripe e foi dormir meio febril, eu, a mãe super decidida, resolvi dar um "Tylenol" e fazer nebulização com uma gotinha de um remédio e uma gotinha do outro (a pediatra já tinha autorizado fazer isso anteriomente). De madrugada, a Beatriz acordou tremendo demais, e eu nesse momento já tinha virado a mãe deseperada. Comecei a me culpar por ter colocado as porcarias dos remédios no nebulizador, mesmo ela tremendo, nem pensei em ao menos colocar um termômetro para ver se era febre... O M. conseguiu me acalmar, dei um banhozinho morno nela, "Tylenol" e deitamos. Ela vomitou, eu fiquei super-hiper-ultra-mega deseperada, o M. só não me deu um tapa na cara (tipo aqueles de novela: "'Paf!' Fica Calma!"), nem sei por quê. Ficamos observando e ela dormiu (nós não). Lá pelas 8h levantamos e fomos com ela para uma clínica lááááááááááá em Botafogo. A minha bebê estava tão amuada... Eu brincava com ela e ela, nada. Falava com ela e ela respondia com uns resmunguinhos... Péssimo! Eu já era a mãe mais triste do mundo... :( Minha mãe e irmã (e o Tio A.), que moram perto da clínica, apareceram por lá com o Alan (um boneco da minha irmã que deve ter uns 26 anos de idade) e a Beatriz ficou mais feliz! No final, era só gripe mesmo. Almoçamos, passeamos e ela brincou muito no Shopping. E eu passei a ser a mãe mais feliz do mundo de novo. :D
Hoje ela me aprontou uma... Que se eu não fosse uma mãe muito zen... Ela já estava prontinha para ir para o colégio e disse que queria fazer cocô. Sentou no penico e eu fui buscar o papel higiênico. Quando eu voltei, a sala estava T-O-D-A C-A-G-A-D-A, não só a sala, como ela, o uniforme, o penico, sinceramente, não sei como ela conseguiu fazer tamanha sujeira em menos de 5 segundos! Tentei tirar o uniforme e ela me "ajudando super" tapando o nariz com os dedinhos, lógico, a sala estava fedida!!! E muito!!! Corri com ela para o banheiro e tive que dar um super banho, detalhe que já estávamos atrasadas para o colégio. Enquanto eu dava banho nela, perguntei:
- Mas filha, como você conseguiu a proeza de sujar a sala toda em tão pouco tempo?
E ela me respondeu dançando, como se tivesse prestado muita atenção no que eu tinha perguntado:
- "U Remeletion-tion. U Remeletion" (aquela música adorável do *Rebolation).
Enquanto eu ensaboava, ela continuava dançando como se NÃO TIVESSE FEITO COCÔ PELA SALA TODA!!! Ah filha... É só porque eu te amo... É só porque EU TE AMO, que consegui, mesmo com pouquíssima paciência, achar graça da sua atitude despreocupada (é "a pureza da resposta das crianças").
Saímos de casa correndo para o colégio, quando chegou na escola a primeira coisa que ela fez foi contar para professora que tinha feito um cocozão... =/ Muito interessante... Ah sim! Voltei para casa correndo para limpar a sujeira, o cheiro estava "melhor do que antes".
* Quanto ao "Remeletion-tion", eu morria de vergonha quando ela começava a cantarolar e a dançar essa "música", mas ontem li uma entrevista com a Glória Maria e ela disse que apesar de passar alguns dias assistindo dvds de ballett com as filhas, elas também dançavam o "Rebolation". Então porque minha filha, a filha de uma "mera mortal" como eu, não pode dançar o "Rebolation-tion" também? ;)
** E quanto à minha bipolaridade, eu só tenho certeza da "unipolaridade" de um sentimento: O Amor Completa e Absolutamente Apaixonado que sinto por essa "garotinha cagona".
FILHA, TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Afinal Você está Velha ou Não?!?!?!?!?
Tudo começou com 0,25 graus de astigmatismo em cada olho. A minha falta de comprometimento com minha "Pequena deficiência" (sendo muito displicente quanto ao uso dos óculos), fez com que meu grau de astigmatismo aumentasse para 0,75 e ainda ganhasse como brinde 0,5 de miopia. De acordo com o oftalmologista, se eu não quiser quE os graus continuem aumentando, tenho que usar óculos todo o tempo em que estiver acordada. "Uma delícia"...
A Beatriz está estranhando super o fato de me ver de óculos o dia inteiro. E está sempre me perguntando "por que eu estou de óculos", "por que eu tirei o óculos", "por que eu almocei sem óculos", "por que eu não tirei o óculos quando fui para a academia", "onde eu deixei o óculos quando cheguei na academia", e por aí vai.
Hoje mais uma vez ela me perguntou:
- Mamãe, por que você está de óculos?
Eu: - Por que agora a mamãe tem que usar para poder ver melhor.
( * assim como o pai dela, ela presta MUITA atenção no que eu falo. =/ )
Ela: - Ah tá! Mas por que você está de óculos?
Eu: - Porque a mamãe está ficando velhinha e agora tem que usar óculos.
Ela: - Então cadê sua dentadula?
___________________________________________________________________
Só para registrar mais uma vez que eu sou a mãe mais coruja do planeta.
Anteontem a avó e eu fomos buscá-la no colégio e ela mostrou o feijãozinho que tinha plantado na escola. Eu pedi para ver na minha mão, ela deixou eu segurar por 5 segundos e disse:
- Agola mi dá mamãe, qui eu qui vô levá.
E veio toda prosa pela rua com o copinho na mão. Eu fiquei tão, tão, tão orgulhosa, pelo fato dela já ter a noção de que ELA tinha feito, e que era uma coisa importante, então ELA queria "carregar", "mostrar" para todo mundo que ELA mesma tinha plantado o feijãozinho.
Depois fomos almoçar no restaurante que vende galeto, e que também vende churrasco. Íamos comer só o galeto (porque o churrasco é bem mais caro, e ela quer ir pelo menos uma vez na semana nesse restaurante. Obs: a avó é quem paga esses mimos, e ainda diz que é com o maior prazer). Quando a garçonete chegou, a Beatriz fez o pedido:
- Moça eu vô quelê um galeto, maix você bota uma lânguicinha (linguicinha)?
Depois ficou o tempo todo cantarolando uma musiquinha que aprendeu no colégio: "Pedlo, João, Tiagu nu barquinhu! Pedlo, João, Tiagu nu barquinho! Jogá a lede (rede), maix não pegá u peixi! Jogá a lede, maix não pegá u peixi...". Passei o resto do dia com um sorriso de orelha a orelha. Ela cresce e eu me sinto a cada dia mais apaixonada pelo meu pinguinho de gente que já tem 96cm.
TE AMO! TE AMO! TE AMO MINHA AMORENGUITA!!!
A Beatriz está estranhando super o fato de me ver de óculos o dia inteiro. E está sempre me perguntando "por que eu estou de óculos", "por que eu tirei o óculos", "por que eu almocei sem óculos", "por que eu não tirei o óculos quando fui para a academia", "onde eu deixei o óculos quando cheguei na academia", e por aí vai.
Hoje mais uma vez ela me perguntou:
- Mamãe, por que você está de óculos?
Eu: - Por que agora a mamãe tem que usar para poder ver melhor.
( * assim como o pai dela, ela presta MUITA atenção no que eu falo. =/ )
Ela: - Ah tá! Mas por que você está de óculos?
Eu: - Porque a mamãe está ficando velhinha e agora tem que usar óculos.
Ela: - Então cadê sua dentadula?
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Só para registrar mais uma vez que eu sou a mãe mais coruja do planeta.
Anteontem a avó e eu fomos buscá-la no colégio e ela mostrou o feijãozinho que tinha plantado na escola. Eu pedi para ver na minha mão, ela deixou eu segurar por 5 segundos e disse:
- Agola mi dá mamãe, qui eu qui vô levá.
E veio toda prosa pela rua com o copinho na mão. Eu fiquei tão, tão, tão orgulhosa, pelo fato dela já ter a noção de que ELA tinha feito, e que era uma coisa importante, então ELA queria "carregar", "mostrar" para todo mundo que ELA mesma tinha plantado o feijãozinho.
Depois fomos almoçar no restaurante que vende galeto, e que também vende churrasco. Íamos comer só o galeto (porque o churrasco é bem mais caro, e ela quer ir pelo menos uma vez na semana nesse restaurante. Obs: a avó é quem paga esses mimos, e ainda diz que é com o maior prazer). Quando a garçonete chegou, a Beatriz fez o pedido:
- Moça eu vô quelê um galeto, maix você bota uma lânguicinha (linguicinha)?
Depois ficou o tempo todo cantarolando uma musiquinha que aprendeu no colégio: "Pedlo, João, Tiagu nu barquinhu! Pedlo, João, Tiagu nu barquinho! Jogá a lede (rede), maix não pegá u peixi! Jogá a lede, maix não pegá u peixi...". Passei o resto do dia com um sorriso de orelha a orelha. Ela cresce e eu me sinto a cada dia mais apaixonada pelo meu pinguinho de gente que já tem 96cm.
TE AMO! TE AMO! TE AMO MINHA AMORENGUITA!!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Flapo
A Beatriz ganha uma boneca e a gente pergunta:
- E aí Beatriz qual é o nome dessa boneca?
E ela: - Boneca!
A Beatriz ganha um macaquinho de pelúcia e a gente pergunta:
-E aí Beatriz qual é o nome desse macaquinho?
E ela: - Macaco!
A Beatriz ganha uma tartaruga de pelúcia e a gente pergunta:
- E aí Beatriz qual é o nome da tartaruga?
E ela: - Tartaruga!
Esses dias ela cismou que queria um peixinho (um peixinho de verdade), e a avó comprou (ah as avós... sempre fazendo as vontades...).
Quando a avó chegou aqui com o peixinho e colocou na mesinha dela dos Backyardigans, ela ficou encantada... Não parava de olhar para o peixinho. Aí nós perguntamos qual era o nome do peixinho e ela sem pestanejar disse:
- Flapo!
Eu fiquei tão, tão, tão orgulhosa. De onde ela tirou esse nome? Por quê Flapo? A gente nunca tinha ouvido esse nome por aqui. Tão preciosinha minha bebê. :)
- E aí Beatriz qual é o nome dessa boneca?
E ela: - Boneca!
A Beatriz ganha um macaquinho de pelúcia e a gente pergunta:
-E aí Beatriz qual é o nome desse macaquinho?
E ela: - Macaco!
A Beatriz ganha uma tartaruga de pelúcia e a gente pergunta:
- E aí Beatriz qual é o nome da tartaruga?
E ela: - Tartaruga!
Esses dias ela cismou que queria um peixinho (um peixinho de verdade), e a avó comprou (ah as avós... sempre fazendo as vontades...).
Quando a avó chegou aqui com o peixinho e colocou na mesinha dela dos Backyardigans, ela ficou encantada... Não parava de olhar para o peixinho. Aí nós perguntamos qual era o nome do peixinho e ela sem pestanejar disse:
- Flapo!
Eu fiquei tão, tão, tão orgulhosa. De onde ela tirou esse nome? Por quê Flapo? A gente nunca tinha ouvido esse nome por aqui. Tão preciosinha minha bebê. :)
quarta-feira, 17 de março de 2010
Ser Politicamente Correta ou Mandar Dar Porrada?
Eis que a adapatação da minha baby está quase PERFEITA. Conversamos muito e ficou combinado que como as "férias" da academia tinham terminado, eu passaria a levá-la para a escola, ia para a academia e depois ia buscá-la. Ainda não consigo deixá-la na porta, mas entro, fico uns 5 minutinhos e depois ela me leva no portão, com beijo e sem choro (Orgulho da Mamãe!).
Ontem ela estava sem a faixa no cabelo e eu perguntei se tinha sido ela que tinha tirado, ela disse que não, que tinha sido a M.L, que tinha saído quando a "amiguinha" puxou o cabelo dela.
Eu: -Peraí, a M.L puxou seu cabelo? Por quê?
Ela: - Purque eu tavu blincanu com a coluja e ela quelia, maix eu qui tavu blincanu. Aí ela puxô meu cabelo.
Eu (muito indignada): - E o que você fez filha?
Ela: - Eu falei "Ai, ai, ai M.L, não faix maix ichu!". E ela falô que não ia maix fazê i pidiu dixculpa.
Confesso que na hora me deu vontade de falar que se ela puxasse o cabelo dela, ou que se algum amiguinho batesse nela para ela fazer a mesma coisa (e duvido que esse não fosse o pensamento de qualquer mãe). Mas numa fração de segundos pensei melhor e dei os parabéns para ela por ela ter repreendido a amiguinha dizendo para ela não fazer mais.
O M. quando soube também disse que ela agiu certo, mas que se a M.L puxasse o cabelo dela de novo, para ela puxar o da M.L também. É difícil ser mãe, a gente nunca quer que nossos filhos sofram injustiças, covardias, frustrações e afins, mas infelizmente a vida não é assim. Ao longo da caminhada da minha pequena sei que vai ser assim, e a escola serve também para isso, para aprender a conviver com as diferenças, a aprender a se "defender", a mostrar e a desenvolver a personalidade.
Sei que cada um educa seu filho da forma que acha correto, mas tenho reparado que algumas crianças são bem agressivas: querem o brinquedo do outro amiguinho, tomam da mão, batem, implicam, chamam de "feio", de "chato"... É óbvio que além de repetirem comportamentos, tem a personalidade de cada uma. Agora se seu filho toma o brinquedo da mão de um amiguinho e o máximo que você faz é falar sem vontade nenhuma para ele pedir desculpas (coisa que nem sempre ele faz e ainda continua com o brinquedo), ele sempre vai achar que o mundo gira em torno do umbigo dele e que tudo tem que ser do jeito que ele quer.
Não quero nunca parecer prepotente, mas por que a Beatriz não revidou? Por que ela não puxou o cabelo da amiguinha, ou a agrediu de qualquer outra forma? Porque ela sabe que não se deve fazer isso. Mas que no fundo me deu uma vontade de "autorizá-la" a fazer, isso deu!
Ontem ela estava sem a faixa no cabelo e eu perguntei se tinha sido ela que tinha tirado, ela disse que não, que tinha sido a M.L, que tinha saído quando a "amiguinha" puxou o cabelo dela.
Eu: -Peraí, a M.L puxou seu cabelo? Por quê?
Ela: - Purque eu tavu blincanu com a coluja e ela quelia, maix eu qui tavu blincanu. Aí ela puxô meu cabelo.
Eu (muito indignada): - E o que você fez filha?
Ela: - Eu falei "Ai, ai, ai M.L, não faix maix ichu!". E ela falô que não ia maix fazê i pidiu dixculpa.
Confesso que na hora me deu vontade de falar que se ela puxasse o cabelo dela, ou que se algum amiguinho batesse nela para ela fazer a mesma coisa (e duvido que esse não fosse o pensamento de qualquer mãe). Mas numa fração de segundos pensei melhor e dei os parabéns para ela por ela ter repreendido a amiguinha dizendo para ela não fazer mais.
O M. quando soube também disse que ela agiu certo, mas que se a M.L puxasse o cabelo dela de novo, para ela puxar o da M.L também. É difícil ser mãe, a gente nunca quer que nossos filhos sofram injustiças, covardias, frustrações e afins, mas infelizmente a vida não é assim. Ao longo da caminhada da minha pequena sei que vai ser assim, e a escola serve também para isso, para aprender a conviver com as diferenças, a aprender a se "defender", a mostrar e a desenvolver a personalidade.
Sei que cada um educa seu filho da forma que acha correto, mas tenho reparado que algumas crianças são bem agressivas: querem o brinquedo do outro amiguinho, tomam da mão, batem, implicam, chamam de "feio", de "chato"... É óbvio que além de repetirem comportamentos, tem a personalidade de cada uma. Agora se seu filho toma o brinquedo da mão de um amiguinho e o máximo que você faz é falar sem vontade nenhuma para ele pedir desculpas (coisa que nem sempre ele faz e ainda continua com o brinquedo), ele sempre vai achar que o mundo gira em torno do umbigo dele e que tudo tem que ser do jeito que ele quer.
Não quero nunca parecer prepotente, mas por que a Beatriz não revidou? Por que ela não puxou o cabelo da amiguinha, ou a agrediu de qualquer outra forma? Porque ela sabe que não se deve fazer isso. Mas que no fundo me deu uma vontade de "autorizá-la" a fazer, isso deu!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Aqui A Gente Não Gosta de Sentir Saudade
Todas as noites ela fica um grude com o pai dela: quer ficar com ele enquanto ele malha, quer brincar no quintal com ele, quer tomar banho com ele e o chama para deitar com ela para descansar. Até aí tudo Lindo e Perfeito, mas o pai sai para trabalhar de manhã e quando chega, parece aquele filme com a Drew Barrimore em que ela tem perda de memória recente e o Adam Sendler tem que (re)conquistá-la todos os dias. Ele sai, ela está dormindo. Ele chega e ela fica super de mau humor com ele (COITADO!). Ele pede um beijo, ela não dá, pede um abraço, ela o empurra, faz bico pra ele e só fala com ele igual a uma bebezinha ("nê, nê, nê..."), ele pergunta como foi no colégio e ela não responde. Ele ficava super triste, com razão né?
Eu já tinha falado para ele que eu achava que era por causa da saudade. Ele, já achava que ela gostava de todo mundo, menos dele. Eu dizia para ele que era óbvio que ela gostava dele, senão não ficaria grudada com ele todas as noites. Até que anteontem ele teve a prova. Depois de reconquistá-la pela milésima vez, ela o chamou para deitar porque queria contar uma história para ele. Pegou o livro e contou, era mais ou menos assim:
- Ela uma veix uma plincêsa que o papai ia tabaiá todo dia e nem blincava cum ela. Aí a plincêsa falô cum o papai dela: papai vai tabaiá rapidinhu e não demola, purque eu fico cum muita xaudade.
Enfim o pai entendeu. :)
* Eu tinha dito que tinha ido tudo bem na adaptação? Tinha? Tinha mesmo? Pois não devia ter dito isso, desde o dia que escrevi, ela não me deixa mais vir embora. Tenho que ficar lá de 8h às 11:30h insistindo par ela participar das atividades. Se eu disser que vou embora, ela começa a chorar e diz que quer vir embora também. Como ainda não estou trabalhando, ficarei lá o tempo que for preciso, mas que é cansativo e que faz um CALOR no pátio do colégio, isso não posso negar. =/
** Update: E o Pai Ainda Diz que Ela não Gosta Dele:
Hoje foi a reunião do colégio (tinha sido adiada), o pai vestiu uma camiseta, uma bermuda e chinelo. Eu coloquei uma camiseta, uma calça jeans, um colarzinho e uma sapatilha. Ela olhou para o pai e cantou:
- ♪Papai tá bunito! Papai tá bunito!♪
Quando eu saí do quarto ela olhou pra mim e disse:
- Voxê vai axim mexmo? (Você vai assim mesmo?)
Eu já com cara de triste:
- Vou ué...
Ela: - Tá bunita com exi cabelo feio.
Ainda sentou no colo do M. e disse:
- Huuuuuum Papai tá cêloso (cheiroso).
Eu já tinha falado para ele que eu achava que era por causa da saudade. Ele, já achava que ela gostava de todo mundo, menos dele. Eu dizia para ele que era óbvio que ela gostava dele, senão não ficaria grudada com ele todas as noites. Até que anteontem ele teve a prova. Depois de reconquistá-la pela milésima vez, ela o chamou para deitar porque queria contar uma história para ele. Pegou o livro e contou, era mais ou menos assim:
- Ela uma veix uma plincêsa que o papai ia tabaiá todo dia e nem blincava cum ela. Aí a plincêsa falô cum o papai dela: papai vai tabaiá rapidinhu e não demola, purque eu fico cum muita xaudade.
Enfim o pai entendeu. :)
* Eu tinha dito que tinha ido tudo bem na adaptação? Tinha? Tinha mesmo? Pois não devia ter dito isso, desde o dia que escrevi, ela não me deixa mais vir embora. Tenho que ficar lá de 8h às 11:30h insistindo par ela participar das atividades. Se eu disser que vou embora, ela começa a chorar e diz que quer vir embora também. Como ainda não estou trabalhando, ficarei lá o tempo que for preciso, mas que é cansativo e que faz um CALOR no pátio do colégio, isso não posso negar. =/
** Update: E o Pai Ainda Diz que Ela não Gosta Dele:
Hoje foi a reunião do colégio (tinha sido adiada), o pai vestiu uma camiseta, uma bermuda e chinelo. Eu coloquei uma camiseta, uma calça jeans, um colarzinho e uma sapatilha. Ela olhou para o pai e cantou:
- ♪Papai tá bunito! Papai tá bunito!♪
Quando eu saí do quarto ela olhou pra mim e disse:
- Voxê vai axim mexmo? (Você vai assim mesmo?)
Eu já com cara de triste:
- Vou ué...
Ela: - Tá bunita com exi cabelo feio.
Ainda sentou no colo do M. e disse:
- Huuuuuum Papai tá cêloso (cheiroso).
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Minha Estudante
Ai, ai, ai que eu ando uma mãe blogueira desnaturada... Minha pequena se tornou uma estudante dia 08/02/2010 e eu nem para vir aqui registrar (mas tá lá no Twitter e no Orkut, ao menos isso, né?).
No 1º dia eu fiquei lá com ela, e achei que ela ficou bem. Brincou, brincou, brincou, amou os escorregas que tem lá e de vez em quando olhava para mim. Só vi que vamos ter problemas com o professor de música. A Beatriz tem muito medo de homens, até dos nossos amigos. Ela só fala com quem ela conhece muito (as vezes estranha até o avô). Eu conversei com a professora, porque assim que o professor chegou, ela subiu no meu colo correndo, choramingando que queria ir embora. A situação é complicada, porque eu sinceramente não sei como agir. Tento aproximá-la aos poucos, falar bem da pessoa, mas não adianta, ela sempre fica com medo. Amanhã vai ter a 1ª reunião des pais (ai que emoção!) e não posso esquecer de tocar nesse assunto de novo, porque eu quero muito que ela participe das atividades, mas também não quero forçá-la e atrapalhar todo o processo de adaptação que já está bem legal.
No 2º dia fiquei um pouquinho e disse que ia à academia, se ela queria ficar lá com os amiguinhos, ela respondeu que sim, dei um beijo nela e fui. A professora disse que ela ficou bem, que só resmungou quando teve que ir para o "baile de carnaval" na escolinha dos maiores que fica em frente. Muito barulho, muitas crianças e ela pediu para voltar para escolinha dela. Cheguei na hora em que ela estava desfilando, ela não me viu, mesmo tímida passou pela passarela com sua fantasia de ciganinha (estava LINDA!). No 3º dia, a mesma coisa, ficou bem também, mas resmungou na hora de ir para a outra escolinha, foi a vez do bloco de carnaval.
Esqueci de dizer que já no 1º dia já fiquei toda orgulhosa dela. A professora chamou os pequenos para entrarem na sala para ouvir uma historinha, porque se dependesse deles, eles ficavam no parquinho a manhã toda. :) Eu fiquei do lado de fora, de repente escuto a professora:
- Muito bem Bia!
Fiquei toda boba por saber que ela estava participando. Depois a professora veio falar comigo que ela é bem "despachada", que na hora que ela distribuiu as massinhas, a Beatriz disse que "não quelia a amalela, que quelia a lilás". Só acho que a Beatriz ainda é muito "boazinha" (bobinha), uma menina deu um empurrão nela e ela não soube revidar, ficou olhando com uma carinha do tipo: "Por que você está fazendo isso comigo?". E sempre que ela ia no escorrega e alguma criança entrava na fila, ela descia a escada para a outra criança escorregar e só então ela subia de novo no escorrega. Sei que na maioria dos casos, a criança tende a repetir o comportamento dos pais e nós na verdade somos bem assim mesmo (as vezes tão "bonzinhos", que nos tornamos "bobinhos"). O M. e eu quase nunca discutimos e quando acontece, evitamos que seja na presença dela. Bater, nem no Kaluzito, e já ensinamos isso à ela. Mas eu queria que ela se defendesse, não quero que ela seja agressiva, mas eu detestei ver a menina dando um empurrão nela e ela ter ficado com aquela carinha de não ter entendido aquilo.
Depois de loooongos dias de carnaval, hoje foi a volta às aulas. A professora disse que ela ficou bem e perguntou por mim uma vez, e que logo foi contornado. Ela perguntou por mim e a professora:
- Mas cadê sua mãe Bia (já virou Bia)? Ela foi trabalhar?
Ela: - Não tia minha mãe foi pá academia, ué!
A Tia disse que o clima só ficou "tenso" quando o professor de música chegou. Ela choramingou, perguntou por mim, mas logo cheguei. Amanhã será o dia do banho de mangueira e à noite, teremos reunião. Aguardando as cenas do próximo capítulo. :)
No 1º dia eu fiquei lá com ela, e achei que ela ficou bem. Brincou, brincou, brincou, amou os escorregas que tem lá e de vez em quando olhava para mim. Só vi que vamos ter problemas com o professor de música. A Beatriz tem muito medo de homens, até dos nossos amigos. Ela só fala com quem ela conhece muito (as vezes estranha até o avô). Eu conversei com a professora, porque assim que o professor chegou, ela subiu no meu colo correndo, choramingando que queria ir embora. A situação é complicada, porque eu sinceramente não sei como agir. Tento aproximá-la aos poucos, falar bem da pessoa, mas não adianta, ela sempre fica com medo. Amanhã vai ter a 1ª reunião des pais (ai que emoção!) e não posso esquecer de tocar nesse assunto de novo, porque eu quero muito que ela participe das atividades, mas também não quero forçá-la e atrapalhar todo o processo de adaptação que já está bem legal.
No 2º dia fiquei um pouquinho e disse que ia à academia, se ela queria ficar lá com os amiguinhos, ela respondeu que sim, dei um beijo nela e fui. A professora disse que ela ficou bem, que só resmungou quando teve que ir para o "baile de carnaval" na escolinha dos maiores que fica em frente. Muito barulho, muitas crianças e ela pediu para voltar para escolinha dela. Cheguei na hora em que ela estava desfilando, ela não me viu, mesmo tímida passou pela passarela com sua fantasia de ciganinha (estava LINDA!). No 3º dia, a mesma coisa, ficou bem também, mas resmungou na hora de ir para a outra escolinha, foi a vez do bloco de carnaval.
Esqueci de dizer que já no 1º dia já fiquei toda orgulhosa dela. A professora chamou os pequenos para entrarem na sala para ouvir uma historinha, porque se dependesse deles, eles ficavam no parquinho a manhã toda. :) Eu fiquei do lado de fora, de repente escuto a professora:
- Muito bem Bia!
Fiquei toda boba por saber que ela estava participando. Depois a professora veio falar comigo que ela é bem "despachada", que na hora que ela distribuiu as massinhas, a Beatriz disse que "não quelia a amalela, que quelia a lilás". Só acho que a Beatriz ainda é muito "boazinha" (bobinha), uma menina deu um empurrão nela e ela não soube revidar, ficou olhando com uma carinha do tipo: "Por que você está fazendo isso comigo?". E sempre que ela ia no escorrega e alguma criança entrava na fila, ela descia a escada para a outra criança escorregar e só então ela subia de novo no escorrega. Sei que na maioria dos casos, a criança tende a repetir o comportamento dos pais e nós na verdade somos bem assim mesmo (as vezes tão "bonzinhos", que nos tornamos "bobinhos"). O M. e eu quase nunca discutimos e quando acontece, evitamos que seja na presença dela. Bater, nem no Kaluzito, e já ensinamos isso à ela. Mas eu queria que ela se defendesse, não quero que ela seja agressiva, mas eu detestei ver a menina dando um empurrão nela e ela ter ficado com aquela carinha de não ter entendido aquilo.
Depois de loooongos dias de carnaval, hoje foi a volta às aulas. A professora disse que ela ficou bem e perguntou por mim uma vez, e que logo foi contornado. Ela perguntou por mim e a professora:
- Mas cadê sua mãe Bia (já virou Bia)? Ela foi trabalhar?
Ela: - Não tia minha mãe foi pá academia, ué!
A Tia disse que o clima só ficou "tenso" quando o professor de música chegou. Ela choramingou, perguntou por mim, mas logo cheguei. Amanhã será o dia do banho de mangueira e à noite, teremos reunião. Aguardando as cenas do próximo capítulo. :)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Curtas
* Mau Exemplo:
Outro dia saímos à noite, a Beatriz foi no pula-pula que ela tanto ama, e chegou em casa extremamente suada e cheia de caraquinha no pescoço (:p). Já entrou na sala ligando a televisão. Eu pra ela:
- Filha vamos lá tomar um banhozinho refrescante, porque você está muito sujinha e suada.
Ela:
- Pelaí (espera aí) mamãe, vamu vê um pôquinhu de Bigui Blóde (Big Brother). É lapidinho.
Eu: - O quê Beatriz? Vamos logo lá tomar banho filha, você já tá cheia de caraquinha.
Ela: - Pelaí mamãe xó um pôquinhu...
Isso é que dar ficar vendo essa porcaria. Desliguei a TV e fomos ao banho. =/
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* Não Fui Eu Quem Disse Isso, Hein!
Ontem à noite e eu dando mil cheiros nela antes dela dormir, perguntei:
- Filha por que você é tão cheirosa, hein?
Ela: Purque sim, ué! Menino é fedido!
Às mãe de meninos que passam por aqui, quero deixar claro que esse não é um pensamento meu. E que disse para ela que meninos não são fedidos. :)
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* Kaluzito Irmãozito
Ontem ela na maior farra com o pai e o Gordozildo no quintal.
- Papai a genti vai levá o Gôrdo no carnaval?
Ele: - Não filha, ele não cabe no nosso carro.
Ela: - A genti leva ele nu carru do Tio I.
O Tio I. tem um Palio Weekend, que é maior que "nosso" Celta, e por isso deve caber o Gordozildo na mala. ;)
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* Ela e Seus Sentimentos
Outro dia o M. e eu saímos à noite e dissemos que íamos comprar uma chupeta lilás que ela queria, ela dormiu na casa da avó I.. No dia seguinte acordamos cedinho para ir buscá-la, mas quando chegamos lá ela já estava acordada. A avó disse que um pouco antes de chegarmos ela disse:
- Vovó a mamãe tá demolanu muito com a minha chupeta, tô ficanu pleocupada.
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* Ela Já Sabe Ler
O pai dela é vendedor de uma marca conhecida por seus frios e embutidos. Outro dia ela foi ao mercado com ele e tinha um folder com o logo da marca. Ela olhou pra ele e disse:
- Papai ali tá ixcrito lânguiça.
E toda vez que ela vê o logo da marca, ela diz que tá escrito "lânguiça". Tão inteligente. :D
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FILHA EU TE AMO MUITO! MUITO! MUITO! MUITÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
As Sensações Dela
Dizer que me surpreendo com as descobertas dela já é lugar comum, mas acho que sempre será inevitável ficar boquiaberta... Coisas de mãe, of course.
No Natal ela ganhou uns passarinhos de brinquedo que batem as asas e ficam "cantando/piando" quando há algum barulho, e que podem ser desligados quando a "cantoria" começa a irritar (AINDA BEM). Esses dias ela ligou os passarinhos e esqueceu, de repente estava perto deles e o Kalú latiu, os passarinhos começaram a se sacudir e a fazer: "pi, pi, pi, pi, pi..." Ela levou um susto tão grande e veio correndo para o meu colo com a mão no peito, olhou pra mim e disse:
- Mamãe eu levei um xuxto (susto) e meu colação ficô acelelado...
Ontem ela estava brincando com o Kalú (de novo ele), passoun um cachorro latindo na rua e ele como é um cachorro muito "machão" deu um latidão e saiu correndo. Quando olho pra ela, ela está com a mãozinha na barriga. Eu perguntei para ela se ela estava sentindo dor e ela respondeu:
- Cando (quando) o Kalú latiu doeu minha baliguinha.
Na verdade acho que ela sentiu aquele frio na barriga que a gente sente quando acontece uma coisa que a gente não estava esperando.
No Natal ela ganhou uns passarinhos de brinquedo que batem as asas e ficam "cantando/piando" quando há algum barulho, e que podem ser desligados quando a "cantoria" começa a irritar (AINDA BEM). Esses dias ela ligou os passarinhos e esqueceu, de repente estava perto deles e o Kalú latiu, os passarinhos começaram a se sacudir e a fazer: "pi, pi, pi, pi, pi..." Ela levou um susto tão grande e veio correndo para o meu colo com a mão no peito, olhou pra mim e disse:
- Mamãe eu levei um xuxto (susto) e meu colação ficô acelelado...
Ontem ela estava brincando com o Kalú (de novo ele), passoun um cachorro latindo na rua e ele como é um cachorro muito "machão" deu um latidão e saiu correndo. Quando olho pra ela, ela está com a mãozinha na barriga. Eu perguntei para ela se ela estava sentindo dor e ela respondeu:
- Cando (quando) o Kalú latiu doeu minha baliguinha.
Na verdade acho que ela sentiu aquele frio na barriga que a gente sente quando acontece uma coisa que a gente não estava esperando.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
E é Isto que Recebo em Troca
Outro dia fomos à pracinha para ela ver a decoração do Natal (pela milésima vez). Só queria andar de mãos dadas com o pai, só queria ficar no colo do pai, só queria sentar no banquinho do Papai Noel com o pai, e eis que de repente, ela no colo dele, olha bem pro rosto dele e diz com a voz mais doce de todas as vozes doces:
"- O MEU PAI É O MAIX BOM!"
O pai, lógico, ficou todo bobo e derretido e eu fiquei pensando: "Pérai ô pequena traidora, e eu?"
:p
"- O MEU PAI É O MAIX BOM!"
O pai, lógico, ficou todo bobo e derretido e eu fiquei pensando: "Pérai ô pequena traidora, e eu?"
:p
sábado, 12 de dezembro de 2009
Ela é o "Orgulho Di Mamãe"
Nesta semana nós fomos ao Shopping para ela escolher os presentes de Natal para o Papai Noel trazer no Natal. Como nós moramos beeeeeem pertinho do Shopping (mais ou menos 1h20min de ônibus, porque o pai estava trabalhando e não pode nos levar de carro), ela foi de fralda, mas eu tinha perguntado à ela se ela queria que no Shopping a mamãe pusesse uma calcinha nela pra ir no banheirinho pequenininho de lá e ela disse que sim, então levei UMA calcinha (que mãe confiante que sou) para ela vestir quando chegássemos.
No meio do caminho pensei mil vezes se tinha feito bobagem, e se ela fizesse xixi na calça? Levei roupinha, levei fralda, mas daria um trabalhão! Mas como promessa é dívida, assim que chegamos no Shopping, tirei a fraldinha e coloquei a calcinha. A levei no banheirinho e lá se foi o primeiro xixi no vasinho. Fiz festa, lógico!!! No Shopping que fomos tem banheirinho infantil nos pisos 1º e 3º (Nathi, fomos no "seu" Plaza Shopping, e talvez passemos por lá de novo na semana que vem). A avó queria comprar uma motinha à bateria para ela, fomos na Rihappy, que fica no 3º piso e enquanto a Beatriz via as motos, os brinquedos, disse que queria fazer cocô. Lá fui eu correndo com ela pra o banheiro (ainda bem que eu levei o sling, porque o banheiro ficava bem loooooonge da loja). Chegando lá ela fez xixi (tudo bem, pelo menos não corri em vão). Voltamos para loja, mas ela resolveu que não queria nenhuma das motos que estavam lá, fomos para as Americanas. A moto de lá era rosa, a que ela queria, mas estava desmontada e ela não se interessou muito, voltamos para Rihappy, chegando lá: "Quélo fazê pipi". Lá vou eu correndo com ela de novo e chegando no banheirinho, ela fez (mais festas minhas, claro)... Quando voltamos para loja, interesse zero pelas motinhas vermelha e amarela, era melhor levar a rosa desmontada mesmo. Voltamos para as Americanas e enfim a avó comprou a moto para o Papai Noel trazer.
Fomos ao 1º piso comprar uma camiseta para o pai numa loja lá de Reggae que ele adora. "Quélo fazê pipi", adivinhem quem a levou? A Mamãe, of course! Confesso que já estava exausta, mesmo com o sling, 14 kg, são 14kg, mas afinal a mamãe se mata de malhar pra quê? Lá fomos nós, e mais um xixi, e mais festas! Mais uma voltinha no Shopping e ela vê o bendito pula-pula, quis ir, lógico! Ainda tentei negociar, porque como ela é (era) medrosinha, perguntei se ela queria ir mesmo com as outra crianças lá, porque geralmente ela só vai se for sozinha, ela disse sim com muita certeza (eu realmente estava muito cansada, ela ficou com medo do Papai Noel e só queria ficar no colo), mas, enfim, fui eu para o pula-pula com ela. E não é que ela pulou muuuuuuito? Sozinha, sem segurar minhas mãos, ia até o meio, pulava, vinha pra perto de mim, ia para o meio de novo pulando sozinha, I-N-D-E-P-E-N-D-E-N-T-E! E quando acabou o tempo, ela ainda negociou: "Xó maix um pôquinhu mamãe". Ela sempre sai quando o tempo acaba sem resmungar, mas nesse dia ela negociou, impossivel negar... "Mais uma fichinha, por favor". E foi uma festa!
Antes de voltarmos para casa, mais um xixizinho e fralda, porque era certo de pegarmos engarrafamento e não quero minha pequena fazendo pipi na beira da estrada.
O dia em que nós fomos ao Shopping foi um dia de compras, de cansaço e até um pouquinho de estresse que é de praxe, mas foi um dia de reflexão para mim. A minha filha, aquele bebezinho cabeludo, que nasceu com icterícia, que voltou para o hospital e que me deixou aqui sozinha, aquele bebê, que nasceu com um pouquinho mais de 3 kg e que até ontem só andava segurando nas nossas mãos, está crescendo... Meu Deus, e crescendo rápido demais!!! O fato dela não ter deixado escapar um pipi, de ter ido no pula-pula sozinha fizeram acender uma luzinha nostálgica no meu coração. Ao mesmo tempo em que fiquei com um sorriso no rosto ao vê-la tão independente, meu coração de mãe ficou tão pequenininho... Ela está crescendo, é óbvio! Mas ver isso tão claramente me fez ficar procurando aquela bebezinha tão dependente de mim.
Só Deus, tão generoso, para nos abençoar infinitamente com uma filha tão preciosa, que nos faz apreciar cada momento, cada coisinha que parece tão pequena, como um dia no Shopping, como um xixi no vasinho, como ir ao pula-pula sozinha, e nos fazer sentir como se estivéssemos descobrindo a roda, como se ganhásemos na Mega-Sena (no fim, nada disso é tão importante quanto um sorriso dela)... Só uma filha que faz com que cada realização dela, seja minha. Só ela pra me fazer torcer para ela tirar as fraldas e quando ela caminha perfeitamente para isso, me fazer ("inconscientemente") desejar que ela faça um xixizinho no chão...
FILHA, EU TE AMO IMENSAMENTE E INFINITAMENTE. (Cresce devagar meu anjo)
Obrigada, obrigada, obrigada Papai do Céu!
No meio do caminho pensei mil vezes se tinha feito bobagem, e se ela fizesse xixi na calça? Levei roupinha, levei fralda, mas daria um trabalhão! Mas como promessa é dívida, assim que chegamos no Shopping, tirei a fraldinha e coloquei a calcinha. A levei no banheirinho e lá se foi o primeiro xixi no vasinho. Fiz festa, lógico!!! No Shopping que fomos tem banheirinho infantil nos pisos 1º e 3º (Nathi, fomos no "seu" Plaza Shopping, e talvez passemos por lá de novo na semana que vem). A avó queria comprar uma motinha à bateria para ela, fomos na Rihappy, que fica no 3º piso e enquanto a Beatriz via as motos, os brinquedos, disse que queria fazer cocô. Lá fui eu correndo com ela pra o banheiro (ainda bem que eu levei o sling, porque o banheiro ficava bem loooooonge da loja). Chegando lá ela fez xixi (tudo bem, pelo menos não corri em vão). Voltamos para loja, mas ela resolveu que não queria nenhuma das motos que estavam lá, fomos para as Americanas. A moto de lá era rosa, a que ela queria, mas estava desmontada e ela não se interessou muito, voltamos para Rihappy, chegando lá: "Quélo fazê pipi". Lá vou eu correndo com ela de novo e chegando no banheirinho, ela fez (mais festas minhas, claro)... Quando voltamos para loja, interesse zero pelas motinhas vermelha e amarela, era melhor levar a rosa desmontada mesmo. Voltamos para as Americanas e enfim a avó comprou a moto para o Papai Noel trazer.
Fomos ao 1º piso comprar uma camiseta para o pai numa loja lá de Reggae que ele adora. "Quélo fazê pipi", adivinhem quem a levou? A Mamãe, of course! Confesso que já estava exausta, mesmo com o sling, 14 kg, são 14kg, mas afinal a mamãe se mata de malhar pra quê? Lá fomos nós, e mais um xixi, e mais festas! Mais uma voltinha no Shopping e ela vê o bendito pula-pula, quis ir, lógico! Ainda tentei negociar, porque como ela é (era) medrosinha, perguntei se ela queria ir mesmo com as outra crianças lá, porque geralmente ela só vai se for sozinha, ela disse sim com muita certeza (eu realmente estava muito cansada, ela ficou com medo do Papai Noel e só queria ficar no colo), mas, enfim, fui eu para o pula-pula com ela. E não é que ela pulou muuuuuuito? Sozinha, sem segurar minhas mãos, ia até o meio, pulava, vinha pra perto de mim, ia para o meio de novo pulando sozinha, I-N-D-E-P-E-N-D-E-N-T-E! E quando acabou o tempo, ela ainda negociou: "Xó maix um pôquinhu mamãe". Ela sempre sai quando o tempo acaba sem resmungar, mas nesse dia ela negociou, impossivel negar... "Mais uma fichinha, por favor". E foi uma festa!
Antes de voltarmos para casa, mais um xixizinho e fralda, porque era certo de pegarmos engarrafamento e não quero minha pequena fazendo pipi na beira da estrada.
O dia em que nós fomos ao Shopping foi um dia de compras, de cansaço e até um pouquinho de estresse que é de praxe, mas foi um dia de reflexão para mim. A minha filha, aquele bebezinho cabeludo, que nasceu com icterícia, que voltou para o hospital e que me deixou aqui sozinha, aquele bebê, que nasceu com um pouquinho mais de 3 kg e que até ontem só andava segurando nas nossas mãos, está crescendo... Meu Deus, e crescendo rápido demais!!! O fato dela não ter deixado escapar um pipi, de ter ido no pula-pula sozinha fizeram acender uma luzinha nostálgica no meu coração. Ao mesmo tempo em que fiquei com um sorriso no rosto ao vê-la tão independente, meu coração de mãe ficou tão pequenininho... Ela está crescendo, é óbvio! Mas ver isso tão claramente me fez ficar procurando aquela bebezinha tão dependente de mim.
Só Deus, tão generoso, para nos abençoar infinitamente com uma filha tão preciosa, que nos faz apreciar cada momento, cada coisinha que parece tão pequena, como um dia no Shopping, como um xixi no vasinho, como ir ao pula-pula sozinha, e nos fazer sentir como se estivéssemos descobrindo a roda, como se ganhásemos na Mega-Sena (no fim, nada disso é tão importante quanto um sorriso dela)... Só uma filha que faz com que cada realização dela, seja minha. Só ela pra me fazer torcer para ela tirar as fraldas e quando ela caminha perfeitamente para isso, me fazer ("inconscientemente") desejar que ela faça um xixizinho no chão...
FILHA, EU TE AMO IMENSAMENTE E INFINITAMENTE. (Cresce devagar meu anjo)
Obrigada, obrigada, obrigada Papai do Céu!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Este é para quem Gosta de Ler...
Mais uma vez sumidas. Tanta, tanta coisa para contar, que nem sei se vou lembrar de tudo, mas estão acontecendo coisas tão importantes que não posso deixar passar em branco. :)
Na semana retrasada fomos para Cabo Frio (o M. está de férias) e foi tão, tão, tão bom. Ficamos em uma pousadinha muito fofa: Pousada Estalage e a Beatriz AMOU especialmente a casinha de bonecas que ficava no jardim. Fomos à praia todos os dias e ficamos surpresos com o medo repentino que ela demonstrou da água. Tínhamos que contar mil estórias para convencê-la a aproveitar aqueles momentos tão bons que estávamos tendo. O primeiro dia de praia foi o mais difícil e aqui fica a dica: quem tem daquelas piscininhas de plástico nunca esqueçam de levá-las quando viajarem para praia, porque nós não levamos a nossa e tivemos que comprar uma por R$ 20,00!!! Nos outros dias ela ficou na piscininha e se divertiu mais, no penúltimo dia mudamos de praia e o pai sem esperança nenhuma a chamou para ir à água com ele, e não é que ela foi? Aproveitou super, pulou ondas, fez a maior bagunça e na hora de irmos embora deu tantos tchaus para a praia que até fiquei com peninha...
No começo ela não queria voltar para casa, dizia que queria morar lá. Mas nos dois últimos dias nós descuidamos e ela bebeu muita, muita Coca-Cola e à noite perdia o sono e ficava:
- "Quélo í pá minha casa." "Tô cum saudadi du Kalú." "Aqui não tem sofá." "Aqui não tem cuzinha" "A dixcarga daqui é dula." ...
E era difícil convencê-la... Outro fato interessante foi a amiguinha que ela arrumou, a menina tinha quase 4 aninhos e falava espanhol! As duas não se entendiam e aconteciam situações engraçadas: Na casinha de bonecas tinha um iô-iô, a menininha pegou para brincar e foi mostrar para mãe, que falou para ela devolver para Beatriz achando que o iô-iô era dela. A menininha vinha com o iô-iô e a Beatriz falava: "- Não quélo!". A menininha voltava na mãe, que mandava a menina devolver para Beatriz... Eu estava meio distraída e nem percebi direito a história, de repente vi a menina segurando a cabecinha da Beatriz, fazendo com que a Beatriz prestasse atenção nela: "- Escutcha-me! Quéda-te com eche, por favor!". E a Beatriz: "Não quélo!". A menina foi para mãe desolada, aí eu olhei para o M. e ele disse que a mãe da menina estava pensando que o brinquedo era da Beatriz, aí que eu percebi e avisei para mãe que o iô-iô não era nosso. Quase que senti o suspiro aliviado da amiguinha.
Pausa para o Momento "Mamãe Perua": Rua dos Biquínis - Muito, muito, muito boa!!! Tem loja em que a peça é R$ 10,00 e pasmen, há estampas bonitas! Os modelos são meio básicos, mas vale a pena.
Voltando para o momento "Mãe Coruja"... Eu não gostava muito de Cabo Frio, das duas últimas vezes que tinha ido a cidade estava cheia, e eu não sou muito fã de tumulto. Dessa vez ficamos meio longe do Centro e gostei muito, as praias estavam vazias, mas não desertas e foi bem tranquilo. Na verdade eu prefiro Búzios, mas na minha condição de "estudante não remunerada" até que deu para aproveitar bem. ;) Fora o fato de que a Beatriz se desenvolveu muito nesses diazinhos, cantou muito, dançou muito, ficou menos medrosa, ficou mais grudada com o pai e eu só ratifiquei que a minha filha é um amor de criança, tem seus momentos de pirraça, mas na maior parte do tempo é uma menina bem compreensiva e bem amiga, além de não ser nada egoísta, empresta os brinquedos, oferece o que estiver bebendo ou comendo, é orgulho da mamãe.
Nesta semana sonhei que ela estava no colégio e aproveitei para dar uma pesquisada nos 2 únicos colégios "decentes" da cidade (na minha humilde opinião). Fiz uma visita e gostei. Cheguei em casa e perguntei para Beatriz se ela queria ir para o colégio, ela disse que sim. No dia seguinte, fomos fazer uma nova visita (ela, a avó I. e eu), ela AMOU a escolinha (principalmente o vasinho pequenininho que tem no banheirinho. Até inventou que queria fazer cocô lá)!!! E apesar da minha pequena perguntar todo dia pelo colégio (e até sonhar - ela fala muuuuuito dormindo) e apesar de já termos feito a matrícula, as aulas só começarão em fevereiro de 2010.
E por falar em desfralde, o negócio até que tem ido bem por aqui. Estamos longe do desfralde completo, mas estou muito feliz por ela já ter noção do que é fazer xixi. Se eu não ficar perguntando a toda hora, os xixis escapam, mas se eu pergunto e ela sente que está com vontade, senta no peniquinho, faz uma forcinha e o xixi sai. E é uma gritaria, uma cantoria, uma dança pela casa toda vez que ela faz no peniquinho. Estou muito feliz!
Numa noite dessas lá em Cabo Frio o M. sonhou com a Manuela. E quem é a Manuela? Manuela é a irmã da Beatriz. A futura irmã. Aqui em casa estamos convencidos de que quando tivermos outro filho, será uma menina (tenho minhas teorias e elas quase sempre estão certas). Ele disse que sonhou com a Beatriz e com a irmã, que curiosamente era maior que ela, eles estavam passeando de mãos dadas. Fiquei meio apreensiva, porque ele costuma ter sonhos premonitórios (de vida e de morte), na verdade ele só teve dois, é tudo meio louco, e tudo muito verdadeiro. Outro dia a Beatriz olhou para mim e disse:
- Mamãe, minha rimã Manuela ainda não chegô...
Bem, a quem interessar possa, a Manuela ainda não está a caminho, mas que eu tenho pensado muito em ter outro bebê e que eu preciso arrumar logo um emprego para poder ter o outro bebê, isso eu não posso negar.
Ela tem andado meio fascinada com o mundo dos dvds e ama as estórias de princesa. Se vocês a encontrarem na rua, por favor a chamem de "Branca de Neve". Não é "Pequena Sereia", não é "Cinderela", não é "Bela Adormecida", ela é a "Blanca de Neve".
Na semana retrasada fomos para Cabo Frio (o M. está de férias) e foi tão, tão, tão bom. Ficamos em uma pousadinha muito fofa: Pousada Estalage e a Beatriz AMOU especialmente a casinha de bonecas que ficava no jardim. Fomos à praia todos os dias e ficamos surpresos com o medo repentino que ela demonstrou da água. Tínhamos que contar mil estórias para convencê-la a aproveitar aqueles momentos tão bons que estávamos tendo. O primeiro dia de praia foi o mais difícil e aqui fica a dica: quem tem daquelas piscininhas de plástico nunca esqueçam de levá-las quando viajarem para praia, porque nós não levamos a nossa e tivemos que comprar uma por R$ 20,00!!! Nos outros dias ela ficou na piscininha e se divertiu mais, no penúltimo dia mudamos de praia e o pai sem esperança nenhuma a chamou para ir à água com ele, e não é que ela foi? Aproveitou super, pulou ondas, fez a maior bagunça e na hora de irmos embora deu tantos tchaus para a praia que até fiquei com peninha...
No começo ela não queria voltar para casa, dizia que queria morar lá. Mas nos dois últimos dias nós descuidamos e ela bebeu muita, muita Coca-Cola e à noite perdia o sono e ficava:
- "Quélo í pá minha casa." "Tô cum saudadi du Kalú." "Aqui não tem sofá." "Aqui não tem cuzinha" "A dixcarga daqui é dula." ...
E era difícil convencê-la... Outro fato interessante foi a amiguinha que ela arrumou, a menina tinha quase 4 aninhos e falava espanhol! As duas não se entendiam e aconteciam situações engraçadas: Na casinha de bonecas tinha um iô-iô, a menininha pegou para brincar e foi mostrar para mãe, que falou para ela devolver para Beatriz achando que o iô-iô era dela. A menininha vinha com o iô-iô e a Beatriz falava: "- Não quélo!". A menininha voltava na mãe, que mandava a menina devolver para Beatriz... Eu estava meio distraída e nem percebi direito a história, de repente vi a menina segurando a cabecinha da Beatriz, fazendo com que a Beatriz prestasse atenção nela: "- Escutcha-me! Quéda-te com eche, por favor!". E a Beatriz: "Não quélo!". A menina foi para mãe desolada, aí eu olhei para o M. e ele disse que a mãe da menina estava pensando que o brinquedo era da Beatriz, aí que eu percebi e avisei para mãe que o iô-iô não era nosso. Quase que senti o suspiro aliviado da amiguinha.
Pausa para o Momento "Mamãe Perua": Rua dos Biquínis - Muito, muito, muito boa!!! Tem loja em que a peça é R$ 10,00 e pasmen, há estampas bonitas! Os modelos são meio básicos, mas vale a pena.
Voltando para o momento "Mãe Coruja"... Eu não gostava muito de Cabo Frio, das duas últimas vezes que tinha ido a cidade estava cheia, e eu não sou muito fã de tumulto. Dessa vez ficamos meio longe do Centro e gostei muito, as praias estavam vazias, mas não desertas e foi bem tranquilo. Na verdade eu prefiro Búzios, mas na minha condição de "estudante não remunerada" até que deu para aproveitar bem. ;) Fora o fato de que a Beatriz se desenvolveu muito nesses diazinhos, cantou muito, dançou muito, ficou menos medrosa, ficou mais grudada com o pai e eu só ratifiquei que a minha filha é um amor de criança, tem seus momentos de pirraça, mas na maior parte do tempo é uma menina bem compreensiva e bem amiga, além de não ser nada egoísta, empresta os brinquedos, oferece o que estiver bebendo ou comendo, é orgulho da mamãe.
Nesta semana sonhei que ela estava no colégio e aproveitei para dar uma pesquisada nos 2 únicos colégios "decentes" da cidade (na minha humilde opinião). Fiz uma visita e gostei. Cheguei em casa e perguntei para Beatriz se ela queria ir para o colégio, ela disse que sim. No dia seguinte, fomos fazer uma nova visita (ela, a avó I. e eu), ela AMOU a escolinha (principalmente o vasinho pequenininho que tem no banheirinho. Até inventou que queria fazer cocô lá)!!! E apesar da minha pequena perguntar todo dia pelo colégio (e até sonhar - ela fala muuuuuito dormindo) e apesar de já termos feito a matrícula, as aulas só começarão em fevereiro de 2010.
E por falar em desfralde, o negócio até que tem ido bem por aqui. Estamos longe do desfralde completo, mas estou muito feliz por ela já ter noção do que é fazer xixi. Se eu não ficar perguntando a toda hora, os xixis escapam, mas se eu pergunto e ela sente que está com vontade, senta no peniquinho, faz uma forcinha e o xixi sai. E é uma gritaria, uma cantoria, uma dança pela casa toda vez que ela faz no peniquinho. Estou muito feliz!
Numa noite dessas lá em Cabo Frio o M. sonhou com a Manuela. E quem é a Manuela? Manuela é a irmã da Beatriz. A futura irmã. Aqui em casa estamos convencidos de que quando tivermos outro filho, será uma menina (tenho minhas teorias e elas quase sempre estão certas). Ele disse que sonhou com a Beatriz e com a irmã, que curiosamente era maior que ela, eles estavam passeando de mãos dadas. Fiquei meio apreensiva, porque ele costuma ter sonhos premonitórios (de vida e de morte), na verdade ele só teve dois, é tudo meio louco, e tudo muito verdadeiro. Outro dia a Beatriz olhou para mim e disse:
- Mamãe, minha rimã Manuela ainda não chegô...
Bem, a quem interessar possa, a Manuela ainda não está a caminho, mas que eu tenho pensado muito em ter outro bebê e que eu preciso arrumar logo um emprego para poder ter o outro bebê, isso eu não posso negar.
Ela tem andado meio fascinada com o mundo dos dvds e ama as estórias de princesa. Se vocês a encontrarem na rua, por favor a chamem de "Branca de Neve". Não é "Pequena Sereia", não é "Cinderela", não é "Bela Adormecida", ela é a "Blanca de Neve".
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A Pepetinha é (quase sempre) Feia
Dar chupeta para Beatriz nunca foi muito de meu agrado, antes dela nascer eu praticamente não cogitava essa possibilidade, mas depois que ela nasceu, comecei a considerar a ideia já que ela queria ficar no peito o tempo inteiro (mesmo quando não estava com fome). Deu certo, depois de algumas tentativas, a Beatriz pegou a chupeta, e gostou. Hoje se a gente deixar, fica de chupeta o dia inteiro e disso EU não estou gostando. Sou dentuça e percebo que a Beatriz está ficando igual a uma coelhinha também. :(
Tento convencê-la de que a pepetinha é só na hora de dormir, até porque quando ela fica de chupeta, vira uma manhosa de primeira. Não quer brincar, chora por tudo e quer ficar o tempo todo no colo, mas tem hora que a pepeta sai ganhando...
Só que outro dia a chupeta nos salvou de uma... Eu estava na cozinha fazendo o jantar e a Beatriz estava correndo pela casa, como sempre, e eu tinha acabado de falar para ela tirar a chupeta da boca. De repente ouvi um barulho e ela chorando, tinha levado um tombo. Graças a Deus não se machucou, só deu um cortinho mínimo na boca e umas 4 pedrinhas de gelo curaram o corte rapidinho (a Beatriz AMA gelo).
Mais tarde ela pegou a chupeta, chupou e disse que estava ruim, quando eu peguei a chupeta para ver porque estava ruim, levei um susto! Estava quase sem o bico! Na hora do tombo a Beatriz deu uma dentada tão forte, que se estivesse sem a pepetinha feia talvez tivesse ficado sem um dentinho também... Como diz o ditado "há males que vêm para o bem", mas nem por isso a pepetinha deixou de ser feia!
:P


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Tento convencê-la de que a pepetinha é só na hora de dormir, até porque quando ela fica de chupeta, vira uma manhosa de primeira. Não quer brincar, chora por tudo e quer ficar o tempo todo no colo, mas tem hora que a pepeta sai ganhando...
Só que outro dia a chupeta nos salvou de uma... Eu estava na cozinha fazendo o jantar e a Beatriz estava correndo pela casa, como sempre, e eu tinha acabado de falar para ela tirar a chupeta da boca. De repente ouvi um barulho e ela chorando, tinha levado um tombo. Graças a Deus não se machucou, só deu um cortinho mínimo na boca e umas 4 pedrinhas de gelo curaram o corte rapidinho (a Beatriz AMA gelo).
Mais tarde ela pegou a chupeta, chupou e disse que estava ruim, quando eu peguei a chupeta para ver porque estava ruim, levei um susto! Estava quase sem o bico! Na hora do tombo a Beatriz deu uma dentada tão forte, que se estivesse sem a pepetinha feia talvez tivesse ficado sem um dentinho também... Como diz o ditado "há males que vêm para o bem", mas nem por isso a pepetinha deixou de ser feia!
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Minha Filha é Tãããããããooooo Paciente:
Estava lendo um post de uma amiga e lembrei deste episódio:
- Filha, a mamãe te ama muito sabia?
- Sabiú
- Mas eu te amo muito, muito mesmo, você sabia?
- Sabiú
- A mamãe te ama muito, muito, muito mesmo, do fundo do coração. Você sabia?
- SABIÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚÚ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Aprendendo na Era dos Telletubies
Até 2 semanas atrás eu me sentia feliz ao dizer que a Beatriz não ligava a mínima para assistir TV, mas não sei o que aconteceu que a menina simplesmente "viciou" naquele "Xuxa Só Para Baixinhos" (SÓ o volume 1!!!). E há 2 semanas não se sabe o que é assitir TV aqui em casa, que não seja esse "delicioso" DVD. O interessante é que as musiquinhas realmente grudam na cabeça, e você acorda cantando "Teddy, o Polvo", faz comida dançando a música do "Trenzinho", vai dormir embalado pelo "Grite, Cochiche" e tem lindos sonhos com a dança do "Shake, Shake"...
Em tempos de concurso, ando pensando seriamente em mandar um e-mail para Rainha Xuxa para dar uma ideia (agora sem acento agudo no "e"): Acho que seria genial se ela gravasse o DVD "Xuxa Só Para Concurseiros", o volume 1 poderia ser com videozinhos sobre Direito Penal, e o 2 com videozinhos de Direito Administrativo, seria bom se ela também gravasse umas faixas-bônus de Física e Raciocínio Lógico. Eu adoraria aprender a Lei 8112/90 com o querido Polvo Teddy.
"Me diga Teddy quais são as formas de Provimento? Me diga também quais são as formas de vacância..."
;)
Em tempos de concurso, ando pensando seriamente em mandar um e-mail para Rainha Xuxa para dar uma ideia (agora sem acento agudo no "e"): Acho que seria genial se ela gravasse o DVD "Xuxa Só Para Concurseiros", o volume 1 poderia ser com videozinhos sobre Direito Penal, e o 2 com videozinhos de Direito Administrativo, seria bom se ela também gravasse umas faixas-bônus de Física e Raciocínio Lógico. Eu adoraria aprender a Lei 8112/90 com o querido Polvo Teddy.
"Me diga Teddy quais são as formas de Provimento? Me diga também quais são as formas de vacância..."
;)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Vida que Segue?!?!?
Bem, dia 18 foi o concurso... Não passei :( Quando constatei fiquei muuuuuito triste, mas sei que a culpa foi inteiramente minha, vi no edital que teria Física, fiquei achando que aprenderia com o professor do cursinho, mas ele foi um Merda!!! Não aprendi nada lá e nem consegui aprender depois sozinha (saudades do Professor de Matemática do Degrau, que era excelente!!!). Zerei Física e precisava acertar 2. Também só acertei uma em Raciocício Lógico e precisava de 2. E por que a vida ainda não voltou à normalidade? Porque o Orkut está bombando e ainda há esperanças!!! Tem uma galera querendo que a prova seja ANULADA, porque imprimiram o local de prova, receberam um torpedo da banca confirmando o local, mas quando chegaram lá, o nome não constava na lista de nenhuma sala!!! Depois os fiscais quiseram que eles fizessem em uma sala à parte e eles se recusaram... Também há muitas pessoas enviando recursos solicitando anulação de quase todas as questões de Física (eram 5) e de algumas de RL, ou seja, se anularem 2 de Física e uma de RL, estou dentro. Minha pontuação não foi das melhores, mas ainda tem a Redação e o fato de muita gente ter sido eliminada em Português, então, enquanto não terminou, não acabou... Talvez vocês ainda assistam algo sobre esse concurso no Jornal Nacional.
O fato é que estou condicionada a ficar estudando, meu Vade Mecum não para de me olhar e as apostilas também, como disse um colega, "agora que fizemos a prova, parece que está faltando algo na nossa vida". Em breve também terá a prova do Detran, e eu me comprometi a fazer, então não posso parar de estudar. E ainda terá a prova do Bacen... Virei concurseira de carteirinha!!! Até ir para a academia perdeu a graça, minha vontade é ficar estudando, mas as celulites não param de gritar, então não dá mais para ficar sem ir...
Sobre a Beatriz eu preciso dizer que a cada dia que passa me sinto mais apaixonada pela minha filha. Não me canso de olhar para ela, de abraçá-la, de beijá-la, de dizer que a amo muuuuuiiito!!!! E ela está super carinhosa, olha para mim e diz:
- Você é Linda!
- Eu te amo muito!
- Mamãe você é calinhosa, cêlosa (cheirosa) e pleciosa...
A minha pequena é tudo de mais precioso que há neste planeta, não me canso de agradecer a Deus por ter me concedido essa benção que é a minha moreninha. Tudo que faço é pensando nela. A escala da PRF era um primor, 24 X 72, era tudo o que eu precisava para ficar mais grudadinha com ela, trabalhar um dia e ficar 3 em casa!!! Delícia!!! Mas Deus sabe o que é melhor para nós, sei que a minha vez está chegando e sinto que será algo muito bom, então, continuo esperando com fé.
Mudando de assunto, estamos tentando tirar a fralda, na verdade comecei ontem, mas a Beatriz cismou em fazer xixi com a tampa do penico fechado, ontem à noite fez 3 vezes: uma dentro do penico e 2 fora, porque sentou nele com a tampa fechada... Vamos ver no que vai dar, paciência é a palavra-chave. :)
O fato é que estou condicionada a ficar estudando, meu Vade Mecum não para de me olhar e as apostilas também, como disse um colega, "agora que fizemos a prova, parece que está faltando algo na nossa vida". Em breve também terá a prova do Detran, e eu me comprometi a fazer, então não posso parar de estudar. E ainda terá a prova do Bacen... Virei concurseira de carteirinha!!! Até ir para a academia perdeu a graça, minha vontade é ficar estudando, mas as celulites não param de gritar, então não dá mais para ficar sem ir...
Sobre a Beatriz eu preciso dizer que a cada dia que passa me sinto mais apaixonada pela minha filha. Não me canso de olhar para ela, de abraçá-la, de beijá-la, de dizer que a amo muuuuuiiito!!!! E ela está super carinhosa, olha para mim e diz:
- Você é Linda!
- Eu te amo muito!
- Mamãe você é calinhosa, cêlosa (cheirosa) e pleciosa...
A minha pequena é tudo de mais precioso que há neste planeta, não me canso de agradecer a Deus por ter me concedido essa benção que é a minha moreninha. Tudo que faço é pensando nela. A escala da PRF era um primor, 24 X 72, era tudo o que eu precisava para ficar mais grudadinha com ela, trabalhar um dia e ficar 3 em casa!!! Delícia!!! Mas Deus sabe o que é melhor para nós, sei que a minha vez está chegando e sinto que será algo muito bom, então, continuo esperando com fé.
Mudando de assunto, estamos tentando tirar a fralda, na verdade comecei ontem, mas a Beatriz cismou em fazer xixi com a tampa do penico fechado, ontem à noite fez 3 vezes: uma dentro do penico e 2 fora, porque sentou nele com a tampa fechada... Vamos ver no que vai dar, paciência é a palavra-chave. :)
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Olá!!!
Primeiramente pessoas queridas, obrigada pelo carinho de estarem sempre passando por aqui, apesar da nossa ausência. :) Passando bem rapidinho para dar notícias da minha pequena. Reta final, no dia 18 é a tão temida e esperada e sonhada PROVA (gente, mandem muitas energias positivas de não esquecimento de matéria para mim, é muita coisa, e eu estou surtando).
Graças a Deus estamos bem, com saúde, felizes, o dinheiro é que não sobra, mas não se pode ter tudo, né? ;)
A Beatriz está a cada dia mais esperta (e eu como sempre coruja). Esses dias ela estava deitada na cama comigo e começou a falar baixinho algumas letras do alfabeto (falou umas 6, fora de ordem, lógico, mas eu fiquei boquiaberta!!!). Perguntei quem tinha ensinado, ela disse que eu que tinha ensinado, mas quando comentei com a avó I. ela me lembrou que no DVD da "Galinha Pintadinha" tem uma música com as letras do alfabeto. Estava conversando com um colega do curso e disse que vou começar a estudar o artigo V da Constituição em voz alta, porque quando ela crescer, vai ser menos uma matéria para ela estudar quando for prestar concurso.
Esses dias também fiquei surpresa com a forma em que ela usou duas expressões, tanto por ter posicionado corretamente na frase, como na entonação que deu:
Ela ia sair com a avó, e queria trocar de roupa. Queria colocar um biquíni por baixo da jardineira, porque estava muito calor. Eu estava procurando um das Super Poderosas, e estava revirando a gaveta, quando ela viu um outro biquíni, olhou para mim com uma cara de falta de paciência e disse:
- Péga esse mexmo!
Outro dia estava fazendo o jantar dela e ela cismou que queria suco, pediu ao M. para fazer. Ele:
- Tá bom, vou esperar você jantar e depois faço o suco.
Ela: - Não, não, não! Plimeilo você faix o suco, depoix a mamãe faix meu papá.
E tem uma coisa super engraçada (para mim) que andei reparando nela. As meninas daqui da nossa cidade, têm um jeito de falar um pouco diferente, elas têm a voz meio grossa, não sei bem explicar, o jeito de falar é com uma entonação meio grave. Eu percebo, porque apesar de morarmos todos no estado do RJ, as pessoas da cidade do RJ falam de um jeito mais "cantado", o sotaque do carioca é muito peculiar. Eu sempre disse que não queria que a Beatriz nascesse aqui, queria que ela fosse carioca, tanto que ela nasceu em uma maternidade no bairro em que eu morava. Só que o engraçado dessa história, é que ela está ficando com o sotaque das meninas daqui, de vez em quando ela fala com a voz grossa e com a entonação igualzinha a das meninas. Pode até ser carioca de nascimento, mas acho que não vai escapar de ser "xxxxxxxx" de coração... É "castigo"!!! ;)
*Novas modalidades de pirraça:
Eu: - Beatriz! Beatriz, estou falando com você! Beatriz!!!
Ela simplesmente finge que não está escutando...
Outra, ela AMA passar batom, passa escondido e quando a gente vê, ela fica com uma carinha super de sem-graça. Mas hoje ela deu uma de cara-de-pau total, pegou um batom,e ficou comendo! Eu pedi, ela fingiu que não ouviu, pedi de novo, fingiu de novo, fui pegar da mão dela e ela fez a maior força para eu não pegar, praticamente enfiou o pincel do batom na boca. Gritei pelo pai, na mesma hora ela saiu correndo e largou o batom de lado, para quando chegasse perto dele, ficasse tipo: - Mas eu não estou fazendo nada...
Ah Beatriz, você tem "sorte" da sua mãe ser uma das mães mais zens e pacientes do mundo...
Ah, outro dia ela estava fazendo uma das pirraças que ela tanto gosta, aí eu falei pra ela (mas eu estava rindo, eu não aguento...):
- Beatriz, um dia eu ainda vou esquentar esse teu rabo garota!
Ela ficou tipo estalando o dedo, fazendo "tchi, tchi" (fingindo o barulho de um isqueiro) e apontando para o bumbum. Acho que ela pensou que esquentar o rabo é acender um isqueiro no bumbum...
Graças a Deus estamos bem, com saúde, felizes, o dinheiro é que não sobra, mas não se pode ter tudo, né? ;)
A Beatriz está a cada dia mais esperta (e eu como sempre coruja). Esses dias ela estava deitada na cama comigo e começou a falar baixinho algumas letras do alfabeto (falou umas 6, fora de ordem, lógico, mas eu fiquei boquiaberta!!!). Perguntei quem tinha ensinado, ela disse que eu que tinha ensinado, mas quando comentei com a avó I. ela me lembrou que no DVD da "Galinha Pintadinha" tem uma música com as letras do alfabeto. Estava conversando com um colega do curso e disse que vou começar a estudar o artigo V da Constituição em voz alta, porque quando ela crescer, vai ser menos uma matéria para ela estudar quando for prestar concurso.
Esses dias também fiquei surpresa com a forma em que ela usou duas expressões, tanto por ter posicionado corretamente na frase, como na entonação que deu:
Ela ia sair com a avó, e queria trocar de roupa. Queria colocar um biquíni por baixo da jardineira, porque estava muito calor. Eu estava procurando um das Super Poderosas, e estava revirando a gaveta, quando ela viu um outro biquíni, olhou para mim com uma cara de falta de paciência e disse:
- Péga esse mexmo!
Outro dia estava fazendo o jantar dela e ela cismou que queria suco, pediu ao M. para fazer. Ele:
- Tá bom, vou esperar você jantar e depois faço o suco.
Ela: - Não, não, não! Plimeilo você faix o suco, depoix a mamãe faix meu papá.
E tem uma coisa super engraçada (para mim) que andei reparando nela. As meninas daqui da nossa cidade, têm um jeito de falar um pouco diferente, elas têm a voz meio grossa, não sei bem explicar, o jeito de falar é com uma entonação meio grave. Eu percebo, porque apesar de morarmos todos no estado do RJ, as pessoas da cidade do RJ falam de um jeito mais "cantado", o sotaque do carioca é muito peculiar. Eu sempre disse que não queria que a Beatriz nascesse aqui, queria que ela fosse carioca, tanto que ela nasceu em uma maternidade no bairro em que eu morava. Só que o engraçado dessa história, é que ela está ficando com o sotaque das meninas daqui, de vez em quando ela fala com a voz grossa e com a entonação igualzinha a das meninas. Pode até ser carioca de nascimento, mas acho que não vai escapar de ser "xxxxxxxx" de coração... É "castigo"!!! ;)
*Novas modalidades de pirraça:
Eu: - Beatriz! Beatriz, estou falando com você! Beatriz!!!
Ela simplesmente finge que não está escutando...
Outra, ela AMA passar batom, passa escondido e quando a gente vê, ela fica com uma carinha super de sem-graça. Mas hoje ela deu uma de cara-de-pau total, pegou um batom,e ficou comendo! Eu pedi, ela fingiu que não ouviu, pedi de novo, fingiu de novo, fui pegar da mão dela e ela fez a maior força para eu não pegar, praticamente enfiou o pincel do batom na boca. Gritei pelo pai, na mesma hora ela saiu correndo e largou o batom de lado, para quando chegasse perto dele, ficasse tipo: - Mas eu não estou fazendo nada...
Ah Beatriz, você tem "sorte" da sua mãe ser uma das mães mais zens e pacientes do mundo...
Ah, outro dia ela estava fazendo uma das pirraças que ela tanto gosta, aí eu falei pra ela (mas eu estava rindo, eu não aguento...):
- Beatriz, um dia eu ainda vou esquentar esse teu rabo garota!
Ela ficou tipo estalando o dedo, fazendo "tchi, tchi" (fingindo o barulho de um isqueiro) e apontando para o bumbum. Acho que ela pensou que esquentar o rabo é acender um isqueiro no bumbum...
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